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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Banpará e o jogo do empurra na hora de pagar horas extras e implantar o ponto eletrônico. E confira a agenda da luta!

Dia 28 de maio, a diretora administrativa do Banpará reuniu com dirigentes sindicais do Sindicato dos Bancários do Pará, Fetec-CN e ContrafCUT. O banco tem interesse e pressa em rever a implantação do ponto eletrônico. Por acordo coletivo firmado entre as partes, o prazo máximo do Banpará pra por em funcionamento integral o ponto eletrônico é 31 de agosto. Mas o banco entende que precisa reformular o ponto eletrônico e para tanto, chamou as entidades para um início de conversa em mesa de negociação. Ficou de chamar as entidades sindicais agora em junho e apresentar uma proposta mais completa, que será levada para a análise da categoria do Banpará.

Em relação ao ponto eletrônico, os trabalhadores e trabalhadoras do Banpará estão com a faca e o queijo, como se diz no popular, pois ao firmar o Acordo Coletivo como Sindicato, Fetec-CN e ContrafCUT, o banco se obrigou contratualmente a implantar o ponto eletrônico. Mexer, prorrogar prazo ou coisa que o valha, significa apresentar uma proposta de compensação para a toda a categoria. A bola, nesse caso, está com o Banpará.

O jogo de empurra - Na mesma reunião citamos que  as horas extras não têm sido pagas na sua totalidade. E demos como exemplo o confisco desse pagamento tanto em Anajás, como em Parauapebas. O que acontece é simples e devastador: o bancário trabalha mais de 2 horas por dia, mas só tem autorização - quando tem - para 2 horas. Então, todos os dias há um confisco de pagamento das horas extras efetivamente trabalhadas e não pagas. Isso vai acabar com o ponto eletrônico, pois a jornada ficará integralmente anotada! 

Registre-se que no CRT - Comitê de Relações Trabalhistas, a diretora do Sindicato, Heidiany Katrine, tem sido incansável na denúncia da falta de pagamento das horas extras! Aliás, toda a representação eleita no CRT tem batalhado para que os colegas não tenham esse direito subtraído. E tem sido!
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Ataque a delegados sindical é prática antissindical - Banpará
A morte, símbolo na passeata do Sindicato dos Urbanitários do Pará: contra demissões na Celpa e contra falta de respeito na Cosanpa!
descomissionou e transferiu um delegado sindical sem ter sequer processo administrativo. É um ataque frontal à liberdade de organização sindical e a um direito assegurado em lei e em acordo coletivo. Registramos nosso repúdio a essa atitude inaugurada nesta gestão que tem, em sua maioria, funcionários do banco! E vamos à justiça!

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Desumanizar, o verbo corrente - Noutra situação, diretoria do Banpará instalou processo administrativo contra delegado sindical que está doente e que por pequena falta (destempero verbal) já pedira desculpas formais. Diretoria não levou em conta o pedido de desculpas e nem a situação de enfermidade do colega, optando pela dureza e desumanização. Em quase tempo de Copa das Confederações, cartão vermelho a essa atitude nada humana e tão autoritária, obscurantista. Tempos terríveis e que exigem resistência e unidade de nossa parte!

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Dia 15, o encontro do Banpará e BASA - A pauta da campanha salarial deste ano será debatida pelo funcionalismo na manhã do dia 15, o sábado em que, pela parte da tarde, há a estreia da Copa das Confederações. Vamos lá, no Sindicato na manhã do dia 15, apresentar nossas propostas, porque a luta em 2013 será renhida! O congresso do BASA também será no dia 15.
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Dias 7 e 8, pré-conferências em 6 municípios no Pará - O Sindicato dos Bancários fará este final de semana pré-conferências em seis municípios. Dia 5 foi em Parauapebas e no dia 8 em Altamira, Marabá, Santarém, Tucuruí e Redenção. Preparando a campanha nacional 2013. 
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Curso de Terceirização - Promovido pela ContrafCUT, curso sobre terceirização. De segunda até esta sexta-feira, em Atibaia-SP. Do Pará, participam o vice-presidente do Sindicato, Marco Aurélio e o diretor de Saúde, Gilmar. E a CUT Nacional, convoca a militância para ocupar a Câmara dos Deputados no dia 11 a partir das 14 h, a fim de tentar evitar a lei da terceirização, que é uma tragédia para o emprego.
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Toda solidariedade à luta urbanitária da Celpa e Cosanpa - A Celpa fez paralisação de 48 horas e a Cosanpa entrou hoje no 3º dia de greve. na Celpa, o protesto é contra as demissões que a empresa vem praticando e na Cosanpa, pela falta de respeito de vontade de negociar.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

No Banpará, o tíquete é nosso! Vamos assinar o abaixo-assinado!!!

Já começou a correr pelas agências, postos e Matriz do Banpará, o abaixo-assinado pelo nosso tíquete. Iniciativa conjunta do Sindicato, ContrafCUT e Fetec-CN para dar visibilidade a um reivindicação de todo o funcionalismo: o tíquete é nosso e já integra nossos ganhos e nossas vidas desde 2007 e foi unilateralmente retirado pelo banco neste ano.

Vamos brigar pelo que é nosso de direito e que já vem snedo distribuído desde 2007! O tíquete é nosso e foi sequestrado neste acordo.

A 27 de setembro de 2012, ou seja, um dia após a assembleia geral que aprovou o acordo coletivo do Banpará, com indicação pela aprovação por todas as entidades presentes na greve e na mesa de negociação (Sindicato, Contraf, Fetec e Afbepa), assim escreveu em seu blog pessoal a compa Vera Paoloni, editora deste blog, diretora da FETEC-CN e funci do Banpará:
 
Banpará fecha acordo com avanços, sai da greve, mas tucanos sequestram tíquete extra e confiscam esperanças

O sequestro do tíquete extra é uma brutalidade porque atinge o coração das famílias e de suas esperanças tecidas pacientemente. Vai fazer com que as famílias no Banpará deixem de ter este ano  a grana que permitiria a viagem sonhada, a quitação de uma dívida, um Natal mais adubado, o puxadinho na casa, o conserto do carro, a ajuda a um familiar endividado, enfim, um sonho acalentado o ano inteiro e arrancado por pura mesquinharia. Para injetar raiva, desmotivação, energias ruins e sequestrar mais que o dinheiro, sequestrar a esperança. Algo muito tucano, muito desumano, muito cruel.

 Ficou um travo amargo na boca de todo o funcionalismo que lutou nesses 23 dias de greve, porque o tíquete extra é cultural, é dinheiro na mão,está incorporado à vida do funcionalismo e aos nossos direitos conquistados desde 2007.

Como eu disse ontem à noite, a luta continua e isso no Banpará não é apenas palavra de ordem! Nós já passamos por muitos e terríveis solavancos, somos amazônidas, somos da resistência e que não nos mata, nos fortalece. Segue a vida e a luta!

Então, vamos à luta pelo que é nosso e isso começa por endossar o abaixo-asssinado. A notícia, postada pelo Sindicato dos Bancários do Pará:



O Sindicato dos Bancários, a Contraf-CUT e a Fetec Centro Norte iniciam no Banpará nesta segunda-feira, 5 de novembro, a campanha O Tíquete Extra é Nosso, que consiste em um abaixo assinado em defesa da retomada do tíquete que foi retirado pelo banco do Acordo Coletivo de Trabalho 2012/2013.

O tíquete extra faz parte do orçamento dos funcionários do Banpará desde 2008 como complemento ao saldo da PLR. Essa foi uma conquista da luta e da organização do funcionalismo do Banpará em Campanhas Salariais, por isso o Sindicato conclama todos os bancários e bancárias do Banco do Estado a participar do abaixo assinado pela retomada do tíquete extra.

Como participar?


Você pode fazer o download do abaixo assinado, preencher o documento na sua unidade de trabalho e enviar para o Sindicato pelo FAX (91) 3344-7769 ou escanear e mandar para o e-mailpresidencia@bancariospa.org.br

Lembramos que a diretoria do Sindicato também fará visitas às unidades do Banpará para coletar assinaturas ao abaixo assinado em defesa do tíquete extra.

> Clique aqui e salve o PDF do abaixo assinado

A aprovação do acordo coletivo 2012/2013, em assembleia geral no Sindicato, a 26/set/2012.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

No Banpará, CRT reabre as atividades hoje com assuntos vindos do acordo coletivo e de muito interesse dos bancários e bancárias.

Entrada de mães, pais e filhos maiores de 24 anos no plano de saúde da Unimed, sem ônus para o banco; como evitar descomissionamentos e demissões imotivadas. Esses são alguns dos assuntos que estarão em pauta do CRT- Comitê de Relações Trabalhistas do Banpará hoje à tarde.


O CRT- Comitê de Relações Trabalhistas do Banpará, reabre hoje à tarde os trabalhos, após a pausa por conta da vitoriosa campanha nacional e local deste ano. O Comitê é um espaço de debate.

E o CRT vai ser o centro de debates importantíssimos de interesse da categoria bancária no Banpará e que foram debatidas na mesa de negociação durante a campanha salarial.

A proposta vai ser construída no CRT e dele participam (pelo lado dos trabalhadores) as companheiras Heidiany Katrine, Érica Fabíola e Odinéa Gonçalves, as três diretoras do Sindicato dos Bancários do Pará. Pelo banco participam três colegas como integrantes do CRT, que é coordenado pela bancária e advogada Eline Pereira.

No CRT tudo que diz respeito ao mundo do trabalho é debatido e feito o encaminhamento à DIRAD e a todas as áreas do banco. Então, o CRT debate, horas extras, saúde, condições de trabalho, assédio moral, enfim, todos os assuntos que dizem ao cotidiano bancário dentro do local do trabalho.

E deste acordo coletivo firmado dia 17 de outubro, mais dois pontos fundamentais estarão na pauta do CRT:

  • critérios para evitar descomissionamento e demissões imotivadas;
  • intermediação, por parte do Banco e sem ônus pra este, junto à Unimed para que pais, ma~es e filhos maiores de 24 anos possam entrar no plano de saúde.
Confira as cláusulas do acordo que estarão em debate no CRT e clique aqui para ler todo o acordo:

CLÁUSULA 23ª – DESCOMISSIONAMENTO/DEMISSÕES IMOTIVADAS – O Banpará compromete-se a analisar propostas de critérios para descomissionamento, excetuando-se as funções de confiança de maior escalão, assim como, também, propostas de garantias contra demissões imotivadas, a serem apresentadas pelo Comitê de Relações Trabalhistas, até 30/6/2013.

CLÁUSULA 28ª – PLANO DE SAÚDE – até 30/6/2013, O Banpará compromete-se a intermediar, junto à operadora do plano de saúde contratado pelo Banco – UNIMED, a inclusão de ascendentes e filhos maiores de 24 (vinte e quatro) anos dos empregados do Banpará aderentes ao plano, desde que sem custo financeiro para o Banco.
 
Heidiany Katrine, diretora do Sindicato e integrante do CRT. Sempre na luta!

Envie sua denúncia/opinião ao CRT:

- Envie reclamações e opiniões para Heidiany no e-mail: heidiany.katrine08@gmail.com ou via fone
/tim (94.8146.3336).

E envie também para o e-mail http://bancariospa.org.br/fale-conosco-seeb

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Com muita alegria, assinamos hoje a 20ª Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). No Banpará, acordo será assinado nesta 6ª, 5 às 17 h

Nossa 20ª CCT- Convenção Coletiva de Trabalho foi assinada hoje à noitinha em São Paulo. Amanhã, em Brasília, os aditivos do BB e Caixa serão assinados em Brasília e dia 11, a PLR tá na conta. E no Banpará, o ACT - Acordo Coletivo de Trabalho será assinado nesta sexta-feira, dia 5, em Belém, às 17 h na sede da Matriz do banco. Banpará antecipou a PLR no dia 28 de setembro.

Com a 20ª CCT, os bancários conquistaram assim, com grandes mobilizações, 16,22% de aumento salarial acima da inflação desde 2004, além de ganho real de 35,57% no piso e melhorias sucessivas na PLR.

Os bancários conquistaram na campanha nacional deste ano 7,5% de reajuste salarial e 8,5% sobre o salário de ingresso na Convenção Coletiva, o que significa um ganho real, respectivamente, de 2% e 2,95%. Também alcançaram 8,5% de reajuste sobre os auxílios-refeição e alimentação e 10% de aumento no valor fixo da PLR.

Para o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, Carlos Cordeiro, "a assinatura da Convenção Coletiva da Campanha Nacional de 2012 tem um significado histórico especial, porque estamos comemorando os 20 anos desse instrumento fundamental para a unidade nacional e para as conquistas da categoria, que até hoje é uma referência para as demais categorias de trabalhadores". E acrescentou: "É motivo de orgulho para todos nós, e para mim especialmente como presidente da Contraf-CUT, que tenhamos chegado a esse momento histórico ao final de mais uma grande mobilização e de novas conquistas, sem a interferência de terceiros, consolidando nossa estratégia de aumentos reais de salário, valorização do piso, melhoria da PLR e de avanços nas questões de saúde, segurança bancária e igualdade de oportunidades". Finalizou fazendo um agradecimento especial a todos os dirigentes sindicais bancários do país pelo êxito da campanha nacional.  
Clique aqui para ler o que bancários do Banpará conquistaram nesta campanha 2012.

No Banpará, o acordo aditivo será assinado nesta sexta-feira, dia 5, às 17 horas, na Matriz do banco.

Carlos Cordeiro e Juvandia Moreira: firmando a 20ª CCT. Vitória da luta, da unidade e da organização!
Parabéns, Cris!
Cris Aleixo, nas atividades do 8 de Março. Sempre na luta, com alegria!
A companheira Cristiane Aleixo, funcionária do Santander e diretora de Relações Sindicais do Sindicato dos Bancários do Pará, integrante da Articulação Bancária Pa e membro da Comissão de Jovens da FETEC-CN, passou em concurso da Caixa e já foi chamada para apresentar documentos e assumir o novo desafio. Daqui, nosso abraço carinhoso e votos de sucesso. 

A Caixa ganha uma grande trabalhadora, uma construtora de novos tempos! 

Parabéns, Cris!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dia 2 é a Conferência Estadual dos Bancários e Bancárias do Pará. Começou a campanha 2012!

É dia 2 de junho, no hotel Regente, em Belém, a  Conferência Estadual dos Bancários e Bancárias do Pará. O 1º passo foi a eleição dos delegados sindicais e dia 26, em Marabá e Santarém, as pré-conferências daqueles municípios. 

No dia 2, a categoria sinaliza sobre quais as prioridades para a campanha nacional. E tudo será fechado em Curitiba-PR, dias 19 e 20 de julho, quando acontece a Conferência Nacional do Ramo Financeiro.

Portanto, vamos participar e construir coletivamente as lutas e vitórias da nossa categoria! Começa pela participação na conferência estadual. Inscreva-se clicando aqui.

Delegadas e delegados eleitos na pré-conferência de Marabá. Ao centro, a  diretora do Seeb-Pa que coordena a região sul/sudeste, Heidiany Katrine Moreno, com os diretores Sandro e Segundo.
A mesa dos trabalhos da pré-conferência de Marabá.
Se ligue nas datas da organização da luta:

  • Dia 2, a Conferência Estadual. Faça a inscrição no site dos Bancários Pará.
  • Dia 3, o encontro dos bancos BB e Caixa, para eleger delegados ao Congressos dos BB e Caixa que ocorrem em SP dias 15, 16 e 17 de junho.
  •  Dia 23 - Encontro do Banpará
  •  Dia 30 - Encontro do BASA.


No ar, a consulta sobre o que quer a categoria nesta campanha 2012
 O Seeb-SP já colocou no ar a consulta sobre as prioridades para a categoria. Clique e opine.

E amanhã, 31 de maio, tem GT-PCS do Banpará

O GT-PCS do Banpará fará a segunda reunião neste 31 de maio. O Grupo de Trabalho é paritário e vai apresentar uma proposta para promoção por mérito.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

11º CECUT Pará aponta a necessidade urgente de uma Conferência Nacional do Sistema Financeiro. Vamos pautar a banqueirada!

No 11º CECUT-Pará, grupo 1 debate outra política econômica e a necessidade de disputar a concepção de desenvolvimento sustentável.

Vera Paoloni, Carmen Foro e Cristiane Aleixo: bancárias e dirigente nacional da CUT unidas na luta para avançar a classe trabalhadora.

Cristiane Aleixo, diretora de Relações Sindicais do Sindicato dos Bancários do Pará e delegada ao 11º CECUT-Pará, numa pose para o Arte Bancária.

Grupo 1 debatendo a consolidação de um Estado democratizado e um novo padrão de desenvolvimento.


Após o almoço, pausa para a música e o tecladista toca e canta "Ex my love", cantada por Gaby Amarantos. Ao lado, Valdir,sindicalista urbanitário e dirigente da CUT-Pará.
No segundo dia do 11º CECUT - Congresso Estadual da CUT-Pará, os debates em grupo forma bem intensos e propositivos no tópico  "Por uma outra política econômica", com a proposta de se encaminar a viabilização de uma Conferência Nacional do Sistema Financeiro que aponte a necessidade urgente de regulamentar o sistema financeiro, com as contrapartidas sociais nos empréstimos públicos e nos fundos sociais.

O tema tomou boa parte das discussões, com muitos relatos de delegadas e delegados ao CECUT sobre a falta de estrutura dos bancos, a falta de segurança, a terceirização e a ausência de bancos em muitos municípios paraenses, além da burocratização no acesso ao crédito.

O grupo fez uma emenda aditiva ao texto-base indicando a necessidade de bancarização dos municípios que não têm bancos, com segurança, pessoal, estrutura e crédito de fácil acesso. E que seja exigido o mesmo tratamento tanto de bancos públicos, como de bancos privados.

O grupo 1 apontou também que a CUT reafirme ser contrária às PPP's - Parcerias Público-Privadas, concessões, privatizações e terceirizações. Reforma agrária, fim da impunidade, não à violência também entraram nas discussões.

Hoje à tardinha, tem o relato dos grupos e a plenária. Amanhã, incrição de chapas e eleição da nova direção.

Pela Articulação Bancária Pará são delegadas e delegados ao 11º CECUT; Alan Rodrigues, Cris Aleixo, Heládia Carvalho, Sérgio Trindade e Vera Paoloni.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A enchente no Acre precisa urgente da solidariedade de todo o Brasil

As fotos abaixo são do Sindicato dos Bancários do Acre em visita à cidade de Brasileia, umas das mais atingidas na enchente do Acre. O Sindicato foi até Brasiléia pra prestar solidariedade e depois esteve na superintendência do banco da Amazônia (sempre a direção do Banco da Amazônia!) que insistia em abrir a agência. Bancos e comércios em Brasiléia estão fechados e a previsão da meteorologia é que em março, o rio vai subir mais ainda.

Hoje a presidenta da entidade sindical, Elmira Farias conversou por telefone com o Arte Bancária e solicitou que ajudemos a varar o cordão sanitário de isolamento quem vive na Amazônia, para brotar a solidariedade que faz parte da alma brasileira e que essa atitude chegue até a população do Acre. Elmira informou que já há 168 mil pessoas afetadas pela enchente, o que corresponde a quase 10% da população acreana.

O Sindicato dos Bancários do Acre está arrecadando roupas e alimentos não perecívesi e o endereço é Rua Rio Grande Sul, 69 - Centro - Rio Branco. Fone: 68 -3224.4188.

Leia mais abaixo, artigo do jornalista Lúcio Flávio Pinto sobre a enchente e também da jornalista Vássia Silveira.

E vamos disseminar a solidariedade em favor dos irmãos e irmãs do Acre! Vamos informar a situação e contribuir de alguma forma! Parabéns ao valoroso Sindicato dos Bancários do Acre, que integra a FETEC-CN.

Para contribuir com desabrigados do Acre: 
Caixa - Agência: 3320 – Estação Experimental - Operação: 006 - Conta: 71-7 - CGC: 63.608.947/0002-80
Postos de arrecadação solidária no Acre: Via Verde Shopping, Polícia Militar, Uninorte, OCA, Fieac e Sindicato dos Bancários do Acre.

 Rua de Brasiléia,no Acre. Nesta rua mora funcionária do BASA que perdeu tudo.
 No Centro de Brasiléia, moradores tentam salvar móveis.
 Rua de acesso ao Banco da Amazônia em Brasiléia, no AC
 Diretor do Sindicato dos Bancários do Acre, em Brasiléia.
Clica na imagem para ler a carta da jornalista Vássia Silveira que esteve na enchente em Santa Catarina e agora no Acre. A jornalista relata que falta a solidariedade nacional ao Acre.

Em seu twitter, o jornalista paraense Ronaldo Brasiliense assim falou sobre a ausência de uma campanha, por parte da Rede Globo, aos desabrigados no Acre:

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A Privataria Tucana, PPP's e os danos à classe trabalhadora

Do blog lapaoloni.blogspot.com


"Na luta contra o neoliberalismo, contra as privatizações, nós podemos ter a melhor seleção, tipo a seleção de futebol de 70, só de craques e mesmo assim perder o jogo se o juiz for ladrão. E para o juiz ladrão não roubar o jogo, a torcida tem que estar mobilizada, pressionando,fiscalizando as ações do juiz. Para que a seleção, que são os trabalhadores, lutadores tenha condições de brilhar e vencer! Com este exemplo, o deputado federal Protógenes Queiroz (PC do B-SP) resumiu os desafios da classe trabalhadora diante do avanço do neoliberalismo, do capitalismo sobre os direitos do povo brasileiro. E enfogueirou o auditório lotado do Sindicato dos Urbanitários do Pará, ontem à noite, durante o lançamento do livro "A Privataria Tucana", com o jornalista e escritor Amaury Jr.
A vinda de Amaury Jr. e Protógenes Queiroz é uma iniciativa da Frente contra a Privatização do Pará, coordenada pelos sindicatos dos bancários e urbanitários do Pará. A Frente enfrenta muitos e urgentes desafios, pois tudo indica que já na próxima terça-feira dia 7, entra na pauta de votação da Alepa- Assembleia Legislativa do Pará o projeto do governo do Pará de PPP's - Parcerias Público Privadas PL 210.2011) que é um cheque em branco ao governo para privatizar todos os setores públicos do Pará, indo desde estradas, educação, sistema econômico, saúde, sistema prisional e social.

São desafios que exigem unidade, mobilização, resistência e capacidade de articulação dos movimentos sociais para barrar mais esse projeto neoliberal que faz parte da idéia fixa tucana em diminuir, enxugar a presença do estado, reduzindo o papel do estado como indutor do desenvolvimento e da proteção social e causando, como consequência imediata sobressalto, dor, desemprego, além do ataque à soberania do país, à cidadania e aos direitos da classe trabalhadora.

Todos esses assuntos perspassaram o participativo debate ontem à noite no Sindicato dos Urbanitários do Pará, que contou com a presença de sindicalistas, movimento popular,movimento estudantil, associações de trabalhadores, parlamentares de esquerda,  partidos políticos de esquerda, blogueiros, CUT e Fetagri.

O debate foi transmitido ao vivo pela internet, via sites dos dois sindicatos e é mais uma agenda de debate e lançamento do livro "A Privataria Tucana", um belo e denso trabalho jornalístico que é um verdadeiro dossiê da tragédia que foi a privatização tucana do período FHC.Serra.

Mesmo com o silêncio doentio das velhas mídias, o livro do Amaury é um sucesso de venda (mais de 120 mil exemplares vendidos) e tem sido uma tarefa militante dele e do Protógenes percorrer as capitais do páis, fazendo o lançamento e o debate com a sociedade civil organizada de cada capital. O próximo passo é intensificar a  mobilização para que em março seja instalada a CPI da Privataria, requerida pelo deputado Protógenes Queiroz e que vai investigar profundamente as privatizações, responsabilizar os criminosos e colocá-los na cadeia.

São passos vigorosos de mobilização e luta e os blogueiros, as blogueiros e todo o movimento social organizado vai estar junto, tive essa convicção ao participar ontem do debate.E que mais do que nunca é preciso orar, vigiar e lutar!

Agradecimento especial aos jornalistas e mediadores do debate, Rosaly Brito e Paulo Roberto Ferreira. (Fotos Jimmy, Vera Paoloni, David Alves).

Leia também:
Lançamento do livro "Privataria Tucana" em Belém: Fatos e Fotos 
Lançamento do livro " A Privataria Tucana" reúne a esquerda em Belém


PRA NÃO ESQUECER (texto na íntegra após as fotos)
Amaury e esta blogueira.
Protógenes e Adriano.
A espera para o autógrafo.
Bancários e urbanitários com Amaury e Protógenes.
Cristiane, Bosco e Heidiany: jovens sindicalistas bancários na luta e no debate.
A marca da Frente contra Privatização do Pará.
Almoço de sindicalistas bancários e urbanitários com Protógenes.
O auditório lotado do sindicato dos Urbanitários do Pará.
A blogueira com Amaury e Protógenes.
Diretoria do Sindicato dos Bancários do pará com Protógenes.
Blogueiros do Pará com Amaury e Protógenes.

Deixo aqui um excelente resumo do que foi o projeto tucano de privatização de FHC/Serra, em texto escrito pelo amigo, companheiro e advogado Castagna Maia que nos deixou em 14/jan/2012 e estará sempre presente nos nossos corações e no belíssimo exemplo de sua vida breve, intensa e plena de amor e norte.

PARA NÃO ESQUECER

Postado por  at 21:17 sob Uncategorized
DE 1994 a 2000 o pessoal do BB, da CEF, da Petrobrás, das demais estatais, não teve reajuste salarial. Isso mesmo: foram 7 anos de REAJUSTE ZERO. Com a impltantação do Plano Real, na verdade com a criação da URV, houve a consolidação de uma perda. Naquele momento, de acordo com a data de recebimento dos salários foi calculada a perda mensal daquele salário, o quanto era corroído pela inflação do dia 1º até o dia do pagamento do salário. Ou seja, em 93 foi consolidada uma perda. A partir de então, nada mais poderia ser perdido. E a partir dali houve 7 anos de reajuste zero.
II
Foi em 2002, se não me engano, que houve intervenção na Previ. A pretexto de implantar o texto da nova lei complementar nº 108, o Ministro da Previdência Social afastou toda a Diretoria da Previ, à época composta, em sua maioria, por representantes eleitos pelo funcionalismo. Curiosamente, na noite anterior Daniel Dantas visitou o então Presidente da República Fernando Henrique no Palácio da Alvorada.
III
Na privatização das telefônicas, houve um fato curioso: um acordo, onde os fundos de pensão entravam com o dinheiro, mas que mandava era o Opportunity. Isso mesmo. O banco e o fundo de investimento de Daniel Dantas “representavam” os fundos de pensão. E os fundos, já no governo Lula, tiverm que ir à justiça para não mais ser “representados”. No governo FHC os fundos simplesmente repassaram o seu poder de mando para o Opportunity. E o pior é que foi necessário ir à justiça, até o STJ, para poder desmanchar o lesivo acordo.
IV
O BNB devia um dinheiro impressionante à CAPEF, o fundo de pensão de seu pessoal. Não havia mais como disfarçar. a SPC baixou intervenção. O primeiro ato do interventor foi cobrar. Quando viu que era impossível, voltou-se contra os participantes: cortou benefícios e aumentou a participação dos empregados no custeio do plano. A situação chegou a tal absurdo que 55% das aposentadorias passaram a ficar retidas no fundo. Era o poderio de Tasso Jereissati, no Ceará, que se estendia ao interventor nomeado pelo Ministério da Previdência. A situação levou à miséria centenas de pessoas, em atos violentíssimos praticados pelo Interventor, e que nunca serão perdoados pelos aposentados e pensionistas do BASA.
V
Ainda em 2002, a direção da Petros firmou acordo com uma grande operadora de recursos externa. Pretendia simplesmente engessar por dez anos a gestão dos recursos da Petros. Mudasse ou não governo, mudasse ou não a direção da Petros, pretenderam se perpetuar lavrando contrato que retirava da direção da Petros a gestão dos recursos. Um absurdo, o comprometimento de todo o patrimônio ultrapassando vários mandatos da direção do fundo.
VI
No BB, na CEF, na Petrobrás, no BNB foram implantados PDVs e PDIs, ou seja, Planos de Demissão Voluntária e Planos de Demissão Incentivada. Primeiro, era enviada carta dizendo “você é excedente na empresa”. A partir dali, vinha a “oferta”: ou aderia ao plano de demissão, ou seria demitido. No BB houve 22 suicídios em apenas um ano: aqueles que simplesmente cumpriram carreira, que fizeram exatamente o que a política de recursos humanos dizia para fazer, também foram enquadrados como “excedentes”.
VII
No funcionalismo público, o aviltamento foi a regra. Foi a moda dos “yuppies” de serviço público, ou seja, de privilegiar aqueles que tinham mestrado e doutorado, preferencialmente, em universidades norte-americanas, e que traziam para cá todos os vícios e os jargões daquele país. Era o período da afetação máxima, onde até mesmo reuniões de cúpulas de empresas estatais brasileiras eram feitas em inglês.
VIII
“I’m too old to this shit”, disse Elena Landau, quando do deferimento de uma das medidas judiciais contra a privatização, em pleno período FHC.
IX
Uma das propostas de reforma da previdência previa REDUZIR o teto do INSS para 3 salários mínimos. Quem quisesse receber mais, que se socorresse da previdência aberta vendida em bandcos. O projeto, portanto, era o de enfraquecer a previdência oficial.
X
Pois bem: isso tudo está aí, na memória de todos. O governo FHC foi inequivocamente contra os trabalhadores, contra os aposentados. Sua política para o salário mínimo era ridícula, assim como sua política para os “vagabundos” aposentados, como chegou a se expressar.
XI
É por conta disso, dessas lembranças que todos têm, do entreguismo praticado, das demissões, das perseguições, da extinção de órgãos, que todos sabem o que é um governo tucano. Agora, durante a campanha, agregou-se mais: a campanha bilionária de esgoto, com o aluguel de “telemarketing” para vomitar impropérios e mentiras na casa de cada um de nós. Não tem limite ético, portanto, não tem capacidade de ataque frontal, apenas o ataque sorrateiro de esgoto. A campanha eleitoral foi tomada por isso: por telefonemas às casas, dizendo coisas que não se atrevem a dizer na televisão.
XII
É por isso que a diferença em favor de Dilma já ultrapassa os 15 pontos. O governo Lula pode não ter sido grande coisa. Mas o governo FHC foi uma tragédia do começo ao fim, e pior: uma tragédia da qual se orgulham
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