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terça-feira, 28 de agosto de 2012

BASA tem negociação dia 4. Banpará tem paralisação hoje e assembleia amanhã. É mais uma grande luta no Dia do Bancário, dia em que bancos dão a proposta deles. Parabéns, bancários!

Sai hoje, em São Paulo, no Dia do Bancário, a proposta global dos banqueiros para nosso Comando Nacional, coordenado pela ContrafCUT. Desde o início do mês, Comando e bancos sentam e conversam, mas a negociação está emperrada pela notória intransigência da banqueirada. Na pauta, emprego, segurança, saúde, remuneração, igualdade de oportunidades. Só pra ter uma ideia da importância do tema emprego na categoria, o banco Itaú eliminou só nos últimos três meses quase 4 mil postos de trabalho, e já tinha eliminado 9 mil no ano passado.

A proposta dos bancos sai hoje, 28 de Agosto, Dia do Bancário, que é uma data muito significativa, pois o Dia do Bancário é homenagem a uma greve iniciada nessa data em 1951 e que durou 69 dias.

Além de reajuste, PLR e piso maior, bancários defendem ainda que o governo faça uma Conferência Nacional do Sistema Financeiro para discutir mesmo o papel dos bancos, que são concessão pública, têm de ter papel social e precisa haver controle social. Afinal, um setor bancário em crise pode quebrar a economia de um país se não houver transparência nem controle que previna balanços que escondam fraudes, como esses casos de manipulação de números e indicadores por grandes instituições do sistema financeiro mundial, em vários países, e que trouxeram prejuízo imenso, e até agora a sociedade está pagando a conta.

Hoje também a CUT completa 29 anos. É a maior central sindical da América Latina e congrega a maioria dos sindicatos do país, sendo responsável pela  luta em favor da democracia e das liberdades, além de resgatar a cidadania aviltada e estar à frente das grandes mobilizações no país. Parabéns à CUT! Clique aqui para conhecer a plataforma da CUT para eleições 2012.

Aqui no Pará,a campanha nacional está assim nos dois bancos que têm direção geral e Matriz em Belém:
Funci Banpará, diretora da FETEC-CN e CUT.Pa, Vera Paoloni presente nas paralisações e na construção da luta e das vitórias aos bancários e bancárias do Banpará.

Sindicalistas e funcionários da ag. Senador Lemos na paralisação de 1 hora; juntos, construindo a luta e a mobilização.
Pauta de reivindicações do funcionalismo do BASA foi entregue ontem e dia 4 tem a 1ª rodada de negociação.
CUT completa hoje 29 anos de muitas lutas e vitórias. Dia 20, a CUT.Pa entregou sua plataforma de reivindicações a candidatos a prefeito de Belém e vereadores.
  
No BASA, ontem foi entregue a pauta de reivindicações e dia 4 acontece a 1ª rodada de negociações. 
  • E no Banpará, a pauta foi entregue a 6 de agosto sem qualquer manifestação do banco. Somente após uma paralisação de 1 hora na ag. Centro na sexta-feira passada 24/8, é que o presidente do banco enviou ofício ao Sindicato dos Bancários do Pará informando que o banco aguardará a negociação com a Fenaban. Mas sequer sinalizou se haverá mesa de negociação. Ontem e hoje houve paralisação em outras agências e amanhã tem assembleia específica do Banpará. Se permanecer a intransigência, a categoria para no início de setembro, mês da data-base.

E não deixe de ler o artigo publicado no Blog Espaço Aberto hoje e anteriormente publicado aqui no nosso blog:

A insensibilidade do Banpará. Que palpite mais infeliz!


Por VERA PAOLONI

As diretorias do Banpará sempre fugiram do ponto eletrônico como o diabo da cruz, tentando escapar da medida que significaria ter que respeitar a jornada e pagar verdadeiramente pelas horas extras trabalhadas. O ponto eletrônico é uma vitória da luta do movimento sindical pela jornada efetiva, contra as burlas e atentados aos direitos que o banco comete todo santo dia!

Pois agora, justo  na hora de implantar o ponto eletrônico, já tendo barganhado e dilatado todos os prazos possíveis, num gesto mesquinho de vingança e falta de inteligência emocional e respeito pelo trabalhador, o banco resolve cometer três atrocidades contra o funcionalismo:

A primeira é garfar um direito tácito que está incorporado ao contrato de trabalho, que são os 15 minutos. O trabalhador tem a jornada de 6 horas e pode sair 15 minutos antes. Pela regra nova e absurda do Banpará, o trabalhador vai trabalhar as 6 horas, sem descontar os 15 minutos que já fazia jus desde que o Banpará é banco, ou seja, há 51 anos!

A segunda atrocidade do Banpará é tornar o ponto eletrônico inflexível, como se a vida e a rotina fossem inflexíveis, sem qualquer curvatura. Para  a atual diretoria do banco no ato da implantação do ponto eletrônico, parece que o mundo ficou preto ou branco, 8 ou 80, sem nuances ou delicadezas: como robôs, todos têm que entrar às 8 horas e sair às 18 horas, independente se farão pausa de 1 ou 2 horas para o almoço. Esse, além de um tremendo palpite infeliz, é mais um item na cachoeira da falta de bom senso administrativo, pois se bancário entra às 8 e usa 1 hora para almoço, por que não pode sair às 17 h e sim ser obrigado a sair às 18 h? Qual a lógica? Matutando com meus botões e levando em conta que no Banpará há 82% de comissionados, a grande maioria de 8 horas e com muita gente morando longe do local de trabalho, percebo que, na prática o que vai acontecer é que após o almoço, o bancário acabe voltando ao trabalho e o banco não desembolse um único real de hora extra! É atrocidade com tramóia!

A terceira atrocidade atinge os bancários que trabalham na Sulog – Superintendência de Logística, área da Matriz que fica no bairro da Sacramenta, num território considerado pela Polícia Militar e pelos órgãos de segurança pública como de alta periculosidade, verdadeira zona vermelha, sujeita a frequentes furtos e assaltos. Obrigar todos os comissionados a sair às 18h é expor o colega ao risco e à insegurança, de forma institucionalizada. É despejar normas sem olhar as pessoas como pessoas e sim como coisas, desprovidas de alma ou sentimentos, é não dialogar e nem levar em conta o cotidiano,a  rotina e até a localização da área de trabalho dos companheiros de serviço. É de uma insensibilidade e de um desrespeito tão medonhos que causam arrepio de indignação e revolta diante de uma gestão tão desfocada de sensibilidade e de gestão de pessoas, tão enrijecida e avessa a qualquer sugestão de bom senso. Que gestão mais desumana é esta, meu Deus?

Claro que cabe ação na justiça e vai ter, mas nem precisava disso. Bastava um pingo de bom senso da diretoria do banco, bastava que olhasse para as pessoas com a dignidade e o respeito que as pessoas merecem. Infelizmente, o temos visto são atos aloprados que atropelam e desorganizam a vida e a saúde dos colegas, atos desastrosos, unilaterais e autoritários, sem qualquer flexibilidade, sem vontade sequer de ouvir. Esquecem que governos vêm e vão e que a roda da vida gira pra cima e pra baixo!

Creio, colegas, que só com muita pressão e unidade é que viraremos essa mesa da intransigência e da falta de bom senso e de respeito ao próximo, de humanidade e de valorização do ser humano e do trabalhador. É no conflito que vamos instalar a democracia e levar a diretoria do Banpará a respeitar quem constrói o lucro do banco, que é o trabalhador, a  trabalhadora!

Vamos à luta! Sem ela, não há a menor chance de destampar os ouvidos moucos e endurecidos de uma gestão tão insensível!

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* VERA PAOLONI é funcionária do Banpará, diretora da FETEC-CN e da CUT-Pará
Artigo também dispnonível no blog Articulação Bancária

sábado, 25 de agosto de 2012

Obrigado a implantar o ponto eletrônico, Banpará quer garfar direitos e expor a vida de funcionários que trabalham em áreas de risco. Fenaban diz a proposta dia 28, mas negociação com o banco só sai na pressão!!

Pauta de reivindicações entregue no dia 6 ao Banpará e só nesta sexta-feira, 24 de agosto, após 2 atos públicos e a paralisação de 1 hora na ag. Centro, é que fez o presidente do Banco responder ao ofício do Sindicato. Respondeu apenas para dizer que vai aguardar a proposta da Fenaban. Mas não sinalizou a abertura da negociação específica.

Na próxima terça-feira 28, Dia do Bancário, a Fenaban vai entregar a proposta global ao nosso Comando Nacional, em São Paulo. Mas aqui, no Banpará, a mesa de negociação específica só sai se houver unidade na luta e muita pressão em cima da diretoria.

O calendário organizado conjuntamente com delegados sindicais prossegue. Na segunda terça e quarta da próxima semana, paralisações de uma hora em outras agências de Belém e no dia 29 à noite, na sede do Sindicato, assembleia geral.

A hora é propícia, dia 1º de setembro é nossa data-base. Vamos fortalecer a  luta, o Sindicato, a Afbepa, a Fetec-CN, a ContrafCUT, nossos legítimos instrumentos de luta!

E não deixe de ler o artigo sobre mais um ato aloprado do Banpará: as normas criadas para a instalação do ponto eletrônico, normas que têm causado indignação geral.// Acompanhe o aclendário e cante conosco a Vida de banquéte, feito por colegas da Caixa. É só trocar o nome dos presidentes e dos setores e pode ir fazendo  o ajuste pra cada banco. Ô povo criativo e lutador!
A reunião com delegados sindicais e dirigentes, na sede do Seeb-Pa, dia 23: organizando a luta.
A paralisação na Ag. Centro das 10 às 11 h hoje e ato público das 8 às 11 h.
Cristiane Aleixo, diretora do Sindicato e funci do Santander; apoio à luta no Banpará.
Clique aqui para ler todo o ofício. Enviado pelo banco no dia 24, após a paralisação de 1 hora.

A insensibilidade administrativa do Banpará que vê e trata pessoas como se fossem coisas. Que palpite 
mais infeliz!
Vera Paoloni
 * Vera Paoloni

As diretorias do Banpará sempre fugiram do ponto eletrônico como o diabo da cruz, tentando escapar da medida que significaria ter que respeitar a jornada e pagar verdadeiramente pelas horas extras trabalhadas. O ponto eletrônico é uma vitória da luta do movimento sindical pela jornada efetiva, contra as burlas e atentados aos direitos que o banco comete todo santo dia!

Pois agora, justo  na hora de implantar o ponto eletrônico, já tendo barganhado e dilatado todos os prazos possíveis, num gesto mesquinho de vingança e falta de inteligência emocional e respeito pelo trabalhador, o banco resolve cometer três atrocidades contra o funcionalismo:

A primeira é garfar um direito tácito que está incorporado ao contrato de trabalho, que são os 15 minutos. O trabalhador tem a jornada de 6 horas e pode sair 15 minutos antes. Pela regra nova e absurda do Banpará, o trabalhador vai trabalhar as 6 horas, sem descontar os 15 minutos que já fazia jus desde que o Banpará é banco, ou seja, há 51 anos! 

A segunda atrocidade do Banpará é tornar o ponto eletrônico inflexível, como se a vida e a rotina fossem inflexíveis, sem qualquer curvatura. Para  a atual diretoria do banco no ato da implantação do ponto eletrônico, parece que o mundo ficou preto ou branco, 8 ou 80, sem nuances ou delicadezas: como robôs, todos têm que entrar às 8 horas e sair às 18 horas, independente se farão pausa de 1 ou 2 horas para o almoço. Esse, além de um tremendo palpite infeliz, é mais um item na cachoeira da falta de bom senso administrativo, pois se bancário entra às 8 e usa 1 hora para almoço, por que não pode sair às 17 h e sim ser obrigado a sair às 18 h? Qual a lógica? Matutando com meus botões e levando em conta que no Banpará há 82% de comissionados, a grande maioria de 8 horas e com muita gente morando longe do local de trabalho, percebo que, na prática o que vai acontecer é que após o almoço, o bancário acabe voltando ao trabalho e o banco não desembolse um único real de hora extra! É atrocidade com tramóia! 

A terceira atrocidade atinge os bancários que trabalham na Sulog – Superintendência de Logística, área da Matriz que fica no bairro da Sacramenta, num território considerado pela Polícia Militar e pelos órgãos de segurança pública como de alta periculosidade, verdadeira zona vermelha, sujeita a frequentes furtos e assaltos. Obrigar todos os comissionados a sair às 18 h, é expor o colega ao risco e à insegurança, de forma institucionalizada. É despejar normas sem olhar as pessoas como pessoas e sim como coisas, desprovidas de alma ou sentimentos, é não dialogar e nem levar em conta o cotidiano,a  rotina e até a localização da área de trabalho dos companheiros de serviço. É de uma insensibilidade e de um desrespeito tão medonhos que causam arrepio de indignação e revolta diante de uma gestão tão desfocada de sensibilidade e de gestão de pessoas, tão enrijecida e avessa a qualquer sugestão de bom senso. Que gestão mais desumana é esta, meu Deus?

Claro que cabe ação na justiça e vai ter, mas nem precisava disso. Bastava um pingo de bom senso da diretoria do banco, bastava que olhasse para as pessoas com a dignidade e o respeito que as pessoas merecem. Infelizmente, o temos visto são atos aloprados que atropelam e desorganizam a vida e a saúde dos colegas, atos desastrosos, unilaterais e autoritários, sem qualquer flexibilidade, sem vontade sequer de ouvir. Esquecem que governos vêm e vão e que a roda da vida gira pra cima e pra baixo!

 Creio, colegas, que só com muita pressão e unidade é que viraremos essa mesa da intransigência e da falta de bom senso e de respeito ao próximo, de humanidade e de valorização do ser humano e do trabalhador. É no conflito que vamos instalar a democracia e levar a diretoria do Banpará a respeitar quem constrói o lucro do banco, que é o trabalhador, a  trabalhadora!

Vamos à luta! Sem ela, não há a menor chance de destampar os ouvidos moucos e endurecidos de uma gestão tão insensível!

* Vera Paoloni é funci Banpará, diretora da FETEC-CN e da CUT.Pará.
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 Calendário geral da luta:

27, 2ª - entrega da pauta de reivindicações do BASA, com a presença da diretora da ContrafCUT, Andréa Vasconcelos;// paralisação de 1 hora em agência do Banpará;
28, 3ª - Fenaban entrega a proposta global ao nosso Comando Nacional, em São Paulo paralisação de 1 hora em agência do Banpará; 
29, 4ª Paralisação de 1 hora em agência do Banpará// às 19 h, assembleia geral.
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Na Caixa, luta rima com criatividade e bom humor

(Recebemos por e-mail de colegas da Caixa. Muito paí dégua! É só trocar os nomes dos presidentes e dos setores e se encaixa em qualquer banco) 

Todo dia tenho medo, 
meu trabalho é segredo,
 Se alguém descobre
isso, vão me sequestrar. 


Não tenho vida social, 
trabalho até passando mal, 
Colega ganha o
mesmo e nem vem trabalhar. 


Pelo amor de Deus, alguém conserta o ar, 
O calor tá de matar! 
Mas que sistema lerdo, nem vou reclamar;
Senão sai fora do  ar;

Minha amiga teve falta de 1 barão no caixa dela, 
E o apê? Como é que vai pagar a parcela? 
Prestei PSI pra mudar pra retaguarda;
Já tinha uma menina combinada ;

Queria o Jorge Hereda aqui no meu lugar
Só vendo o presidente aqui no meu lugar, 
Almoçando na hora do jantar;

Levo vida de banquete, só saio às sete 

Fico em cima do salto alto sem me aguentar

Quando eu ler meus 100 e-mails, ligo pra GIMAT 
Ver se compram uma cadeira melhor pra eu sentar 
Levo vida de banquete, só saio às sete, 
 Bato ponto mas eu continuo a trabalhar;

Em outubro vai ter greve, apoio o sindicato, 
Mas depois trabalho o triplo só pra compensar.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Aprovada a capitalização do BASA. E falência da CELPA é crime contra o sistema financeiro

BASA vai ser capitalizado. Mas a gestão do banco não pode permanecer com a atual diretoria!
  • Aprovado o texto-base da MP 564 que prevê o aporte de R$ 1 bi no Banco da Amazônia até 2014. A proposta foi feita pelo deputado Cláudio Puty (PT-PA) e a capitalização engloba BASA e BNB. O próximo passo é o debate dos destaques à MP. Parabéns ao deputado Puty pela iniciativa. É uma excelente notícia nas proximidades dos 70 anos do Banco da Amazônia, completados no próximo dia 9. Agora, a gestão do BASA não pode permanecer nas mãos desastradas da atual diretoria. 
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  • A segunda informação é sobre a CELPA, falência que é um crime contra o sistema financeiro. CUT exige a federalização-JÁ da Celpa!

No dia 9 de julho de 2012 faz 14 anos que a CELPA foi privatizada pelo governo tucano no Pará e hoje está praticamente falida Escrito por: CUT-PA 

No dia 9 de julho de 2012 faz 14 anos que a CELPA – Centrais Elétricas do Pará foi privatizada pelo governo tucano no Pará e hoje está praticamente falida e com um passivo de R$ 3 bi.

No dia em que completa 14 anos da privatização, o Grupo Rede, que controla a Celpa, apresentará em assembleia aos credores a proposta de pagamento da dívida, no Hangar Centro de convenções, em Belém, às 10n horas.

A CUT.Pará defende que o governo federal, via Eletrobrás, assuma a CELPA em sistema de federalização, a exemplo do que já  ocorreu com as elétricas do Acre,  Roraima, Rondônia, Amazonas e Goiás e agora Amapá, em processo de finalização. E que sejam responsabilizados criminalmente os responsáveis pela falência da Celpa.

Há 14 anos,  em 9 de julho de 1998, a Celpa foi vendida por R$ 450 milhões ao grupo Rede Energia, que comprou uma empresa organizada, saudável  e cuja saúde financeira sucumbiu em um processo de drenagem dos seus resultados para outras empresas do grupo. O Ministério Público Federal investiga as razões da situação em que a empresa chegou.

O primeiro efeito da privatização foi a demissão de mais de 2 mil trabalhadores, parte da qual foi substituída por empregados com salário menores, situação perversa da rotatividade contra a qual a CUT já se posicionou. Além da demissão, a nova gestão do Grupo Rede incluiu má administração, terceirização, falta de autonomia e de investimento no sistema, bem como a centralização dos serviços em São Paulo e, nesse caso, sem o devido conhecimento da realidade do Pará.

Esse conjunto de ações deu um selo à Celpa, em 2010: o inconveniente título de pior distribuidora de energia do país e a que tem as piores condições de trabalho, segundo a Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica (ABRADEE). E a mesma má administração e falta de investimento na CELPA é responsável hoje por apagões e prejuízos à população de Belém e dos municípios paraenses, deixando no escuro boa parte do povo do Pará.

O mais absurdo de tudo isso é que a Celpa administra  cerca de 1,8 milhões de unidades consumidoras em todo o Pará, acumula um passivo de R$ 3 bilhões e deve mais R$600 milhões da energia comprada junto à Eletrobrás e mais de R$ 100 milhões aos trabalhadores. Ou seja, grande parte da dívida é ao setor público. Traduzindo: a Rede Energia se apropriou dos resultados gerados pela Celpa e agora diz que a empresa está na insolvência e para esta recebeu generosos 60 dias para apresentar uma proposta de pagamento, a qual será apresentada no dia 9, no Hangar, Belém, na assembleia de credores.

O Estado do Pará possui a maior hidrelétrica genuinamente brasileira (Tucuruí), exporta energia para o resto do país, algo em torno de 75%, mas os recursos oriundos desses impostos não ficam no Pará, não beneficiam a população paraense. Então, não pode a população paraense ser penalizada pela falta de compromisso de grupos privados que visam somente o lucro, tarifa elevada e o envio de recursos arrecadados no Pará a outras empresas do Grupo Rede, controlador do serviço.

Assim, considerando que já existem 34,24% de ações da Eletrobrás na Celpa, que o fornecimento de energia elétrica é um direito humano e uma atividade essencial, tendo o poder público grande responsabilidade na continuidade desse serviço, a CUT-Pará defende a imediata federalização da Celpa, via Eletrobrás.

Defende, pois a CUT.Pará que o governo federal assuma a Centrais Elétricas do Pará, no mesmo sistema de federalização das elétricas do Acre, Roraima, Rondônia, Amazonas e Goiás e agora Amapá, em processo de finalização. Também, que seja efetivado o pagamento aos credores e assegurada a manutenção dos empregos dos trabalhadores da Celpa, combate à terceirização e à rotatividade no setor elétrico.

E que sejam responsabilizados criminalmente os responsáveis pela situação caótica a que chegou a Celpa. O povo do Pará e os trabalhadores da Celpa não podem pagar pelas consequências do projeto privatista dos tucanos.

Belém.PA, 03 de julho de 2012
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Caso Celpa – Crime Contra o Sistema Financeiro


No próximo dia 09 de julho haverá assembléia de credores da Celpa, no Hangar Centro de Convenções. Cerca de 1 mil credores entre trabalhistas, credores reais, os bancos; e os quirografários (os não prioritários no recebimento do pagamento de dívidas) estarão presentes.

Isso significa que o peso dos votos na assembléia varia de acordo com o peso financeiro de cada categoria de credores. A assembléia é o fórum qualificado para a apreciação e aprovação ou reprovação da proposta do plano de recuperação judicial, apresentado pela diretoria da Celpa. Esse fórum é presidido pelo advogado Márcio Santos, advogado próximo do governador Simão Jatene, que ora faz os cálculos dos pesos dos votos na assembléia, que deve deliberar pela recuperação ou pela falência da concessionária.
Às vésperas da assembléia, o Ministério Público do Estado, que tem sido um ente interveniente e atuante no caso Celpa, entrega ao deputado Puty documentos que reforçam a linha de investigação do MPE sobre a situação financeira da concessionária de energia e o processo de pedido de recuperação judicial da empresa do grupo Rede.
Com exclusividade, o Promotor de Justiça de Tutela das Fundações, Entidades de Interesse Social, Falência e Recuperação Judicial e Extrajudicial, Sávio Brabo, falou ao Blog do Puty e reforçou que a linha de investigação prioriza avaliar: a situação econômica e financeira da Celpa, assim como a relevância social da qualidade do serviço prestado pela empresa, e verificar o rigor da aplicação da lei falimentar no caso.
O Promotor Sávio Brabo revela:
  1. Os documentos que estão nos autos do processo, que já têm 40 volumes com 15 mil páginas, revelam que desde 1998, quando a Celpa foi privatizada, a empresa já sofria ação de perdas dos Planos Bresser e de Plano de Carreira, Cargos e Salários. Esse risco durante todos esses anos foi omitido dos balanços anuais financeiros da empresa, o que caracteriza crime contra o sistema financeiro; a empresa dava essas causas ganhas, o que não aconteceu, levando a Celpa aos primeiros indícios de uma gestão descomprometida com a transparência dos investimentos num bem público, como a energia.
  2. Mesmo quando, em 2002, houve uma situação de um lucro de 500 milhões de reais (superávit), a empresa não reinvestiu os lucros na melhoria da qualidade do serviço, como é obrigação de uma empresa de concessão pública, como estabelece a natureza do contrato de concessão, o que caracteriza uma ação improducente;
  3. Como se trata de um bem móvel de interesse público, a atitude do grupo também caracteriza um crime de natureza contra os interesses sociais, que deveriam ser defendidos por empresa de concessão pública;
  4. A Aneel, desde 2007, vem aplicando multas freqüentes à Celpa, e no mesmo período, a agência fiscalizadora já sabia que a Celpa estaria omitindo isso dos seus balanços, mas continuou autorizando os empréstimos da empresa para outros grupos subsidiários, que variam de 12 milhões em 2007, até 98 milhões em 2011;
  5. Um débito automático está sendo feito nas contas do Pará, à medida que já é descontado do recurso procedente da União por meio do Fundo de Participação dos Estados, o valor da dívida correspondente ao que o governo do Pará adquiriu automaticamente como avalista da empresa. Isso significa que durante esse período a União já vem arcando com a dívida;
 A justiça permitiu que a Celpa fosse enquadrada na Lei de Causas Falimentares, o que obriga a suspensão imediata do pagamento das dívidas a quaisquer credores, no entanto, em se tratando de uma empresa privada de concessão pública, houve algumas excepcionalidades garantidas, por mediação do Ministério Público do estado na tentativa de agasalhar uma empresa dessa natureza, que não é integralmente de livre mercado à lei, como:
  • Autorização e garantia do pagamento dos trabalhadores durante os 180 dias de avaliação do plano de recuperação judicial;
  • Pagamento dos produtores de energia no estado, que abastecem 23 municípios paraenses, como por exemplo, no Baixo Amazonas e Marajó. Como a Celpa deixou de pagar os bancos credores nesse período, esses ameaçaram não comprar energia de produtores independentes que abastecem vários municípios, e chegou haver ameaça de apagão, um colapso na economia do Pará, causado por má gestão financeira da distribuidora de energia;
O deputado Puty deve entrar com representação na justiça, para cobrar da Celpa, do grupo Rede e da Aneel uma reparação financeira e social à sociedade paraense. O deputado afirma: “o desmonte caracterizado na atual situação da Celpa, configura um golpe na economia paraense, na política de empregos, na prestação de serviços de qualidade de distribuição de um bem essencial, na expectativa de produtividade dos trabalhadores do setor da energia e, principalmente um golpe nos cofres públicos”, declara o deputado.
O promotor Sávio Brabo conclui, dizendo que: “O Ministério Público do Estado em ação integrada com o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho estão incansavelmente empenhados no papel de defensores dos cidadãos, verificando o cumprimento da lei falimentar no caso Celpa, já que a falência da empresa significaria de imediato 25% do estado do Pará sem cobertura do fornecimento de energia, um prejuízo muito alto na conta da população”.
Desde 1998, quando o governo Jatene aplicou o golpe da privatização da Celpa numa articulação entre operação financeira entre bancos, o governo dos tucanos e o grupo Rede, essa relação levou a uma gestão de lucros sem melhorias dos serviços, pois não houve investimentos proporcionais na atividade da distribuidora de energia no mesmo período.
Agora, os mesmos setores privatistas se articulam e tratam um bem essencial para a população como moeda de troca entre os cachorros-grandes, dando golpe até em acionistas minoritários, e deixando para o povo a menor tarifa, mas a pior qualidade de serviço do país. No final, os consumidores acabam pagando a conta pela incompetência da gestão financeira e pelas ações dos gatunos do grupo Rede e dos tucanos.

Veja o documento na integra.

terça-feira, 22 de maio de 2012

A semana é boa: eleições PREVI, PCS Banpará, reunião do Comando, defesa do BASA, CECUT...


Semana boa, com muitas atividades.

  • PCS e CRT no Banpará - Hoje tem reuniões dos comitês do GT-PCS e CRT- Comitê de Relações Trabalhistas. O do PCS é às 14 h e do CRT, às 16 horas. Participam do GT-PCS: Kátia Furtado, Odinéa Gonçalves, Érica Fabíola e Vera Paoloni. E do CRT: Heidiany Katrine Moreno, Odinéa, Érica Fabíola e Salete Gomes. Informes logo depois.
  •  Reunião do Comando hoje e amanhã - Comando nacional está reunido hoje e amanhã em São Paulo, traçando as estratégias desta campanha nacional. Serginho Trindade está lá.
  • CECUT começa dia 24 - Na próxima quinta, a partir das 14 horas, no Sagrada Família, em Ananindeua, abertura do 11º Congresso Estadual da CUT Pará- CECUT. Estaremos lá, para avançar a unidaee da classe trabalhadora!
  • Fortalecer o BASA, debate dia 24 - Deputado Cláudio Puty (PT-Pa) solicitou ao governo federal R$ 4 bi de capitalização ao Banco da Amazônia, para que se adeque aos termos da MP 564. Debate ocorrerá na Faepa dia 24, às 18 h.
  • Chapa 6 na PREVI - Até dia 29, a  eleição na PREVI e a indicação da ContrafCUT, FETEC-CN, Sindicatos e do Arte Bancária é na chapa 6, encabeçada pelo companheiro Marcel Barros.
  • Parabéns ao Seeb-Pernambuco! - Nosso abraço de parabéns aos compas do Sindicato dos Bancários que venceram eleições com 83,5% dos votos, rececendo das urnas a consagração de uma ótima, valente e vitoriosa gestão. Abraço carinhoso e especial às mulheres do Seeb-Pe!
Jaqueline Mello, Suzi Suzineide Medeiros e Sandra Trajano: mulherada boa e de luta do Seeb-PE!

terça-feira, 15 de maio de 2012

BASA precisa cancelar urgente a licitação do Valecard, o tíquete-alimentação que não vale nada, porque não é aceito quase em nenhum lugar

O BASA fez uma licitação para adquirir um novo tíquete. Ganhou uma empresa que tem a menor rede credenciada em toda a Amazônia. De 39 municípios paraenses que têm agência do BASA, o tíquete mais aceito é o que perdeu, o Sodexo. Nesses 39 municípios, o tíquete Valecard, o que ganhou, não vale da nada, pois não tem rede credenciada. Já em 8 municípios em que o Valecard/Trivale é melhor, não tem agência do BASA.

Ou seja, o trabalhador tem o tíquete mas não tem onde comprar, porque não tem supermercado que aceite o tíquete. Nos bancos, todo mundo sabe que o tíquete é pra assegurar os alimentos na mesa e na despensa de cada trabalhador. Se não tem onde comprar, é um cartão de plástico inútil. E o alimento fica faltando.

Sindicato dos Bancários do Pará, FETEC-CN e ContrafCUT questionaram a direção do banco sobre o problema, mas nada avançou no sentido de credenciar novos supermercados.

Com a insensibilidade tradicional, a diretoria do BASA nada fez e sequer aceita o que é razoável: cancelar a licitação e, até nova licitação, adiantar, em dinheiro, o valor do tíquete para cada bancário. Deveria ter sido cuidadosa na hora de exigir a rede credenciada de quem se habilitasse. Não o fez, porque os salários altos da diretoria do banco dispensam o tíquete-alimentação. Mas não é essa a realidade dos 3 mil funcionários do BASA, muitos dos quais todo dia 23 só têm o tíquete como saldo d eremuneração, devido ao alto índice de endividamento na categoria.

 Acompanhe na tabela abaixo a total falta de cuidado da diretoria do banco da Amazônia com os direitos dos bancários e com as regras para a licitação.  A tabela  foi elaborada pelo companheiro Marco Aurélio, diretor não-liberado do Sindicato dos Bancários, cipeiro, integrante da Articulação Bancária e funcionário do BASA:


Leia também o que publicamos sobre esse assunto.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Insegurança total no sudeste do Pará. E Banpará faz e acontece contra direitos dos trabalhadores. Tem a volta do cipó de aroeira

Assim ficou a agência do Banpará de Eldorado dos Carajás, dinamitado na madugrada de 1º de Maio.
Imagens falam muito mais alto que palavras. Aqui, fotos feitas pela diretora do Sindicato dos Bancários do Pará  Heidiany Katrine Moreno, que coordena a ação sindical na região sul/sudeste do Pará. Heidiany esteve em Eldorado dos Carajás, município que teve as duas agências bancárias dinamitadas, Basa e Banpará.

Em seu blog, a sindicalista resume: "total insegurança no sudeste do Pará". O governo Jatene insiste em mostar estatísticas que mostram um estado mais seguro. Mas a propaganda tucana é derrotada pela realidade, porque a insegurança aumentou, e violentamente, em todo o Pará. Leia esta notícia no site dos Bancários Pará.

Mais arbitrariedades no Banpará - A diretoria do Banpará já demitiu bancário sem dar a menor chance de defesa. Agências hiper lotadas e quase nenhum pagamento de horas extras. Condições de trabalho precárias e muito autoritarismo. A direção tem feito descomissionamentos sem qualquer explicação. O mais recente atingiu em cheio  técnica qualificada e companheira Jô, Joventina Marques, que foi dirigente do Sindicato dos Bancários. Leia mais aqui. 

Seminário do Banpará é dia 12, no TRT - Organizado por ContrafCUT, Fetec-CN, Afbepa e Sindicato, vai acontecer dia 12 (sábado), o Seminário de Fortalecimento do Banpará, para ouvir a sociedade, o movimento sindical e os bancários sobre o papel do Banpará.

Heidiany asume o Comitê do Banpará - Com a saída da colega Sheila, que foi chamada em outro concurso, a companheira Heidiany Katrine Moreno passa a compor a titularidade do Comitê de Relações Trabalhistas. Já tem reunião marcada para dia 8, às 16 horas,em Belém.

Parabéns aos diretores não-liberados do Sindicato, Marco Aurélio e Cristiano que venceram as eleições na CIPA do BASA
A pertinente pergunta feita por Heidiany Katrine Moreno, em seu blog: a porta que dava acesso a parte interna do banco foi para outro lado e a foto do governador ficou amparada pela porta, mas quem ampara a população do sudeste paraense contra a violência?

E veja como ficou a agência do Banco da Amazônia em Eldorado....

...que também foi dinamitado no dia 1º de Maio, na madrugada. 3 dias antes, assaltantes dinamitaram a agência do BB em Canaã dos Carajás.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Insegurança pública e bancária aumentam deixando a população sem pai nem mãe. Vota amanhã as PPP's

A propaganda do governo do Pará diz que a segurança está melhor. Não está e a realidade se sobrepõe ao marketing. Sábado foi Canaã/BBb e dia 1º de Maio, Banpará e Basa/Eldorado.
  • Era madrugada deste 1º de Maio quando assaltantes explodiram parcialmente duas agências bancárias em Eldorado dos Carajás: o posto do Banpará e a agência do banco da Amazônia. Dinamitaram as agências, levaram R$ 100 mil do BASA. incendiaram um carro usado na fuga e fugiram rumo a Xinguara, outro município daquela região. 
  • Antes, na madrugada de sábado, no mesmo estilo, assaltantes dinamitaram a agência do BB em Canaã dos Carajás, expondo a total insegurança pública e insegurança bancária a que está exposta a população em todo o Pará.
  • A Contraf-CUT e a Confederação nacional dos Vigilantes fizeram uma pesquisa nacional revelando houve 838 ataques a bancos no primeiro semestre de 2011, uma média de 4,63 ocorrências por dia. Desses casos, 301 foram assaltos (inclusive com sequestro de bancários e vigilantes), consumados ou não, e 537 arrombamentos de agências, postos de atendimento e caixas eletrônicos (incluindo o uso de dinamites e maçaricos). Desses, 21 ataques foram no Pará. Leia toda a pesquisa clicando aqui. 
  • 2 mortos/dia em assaltos a bancos -A insegurança que cerca a atividade bancária é tamanha, que em 20120 houve 23 mortos em assaltos a bancos, no país, conforme pesquisa da ContrafCUT. Entre os mortos, oito são vigilantes, oito clientes, dois policiais e um bancário. Os casos ocorreram em São Paulo (5), Rio Grande do Sul (3), Rio de Janeiro (3), Pará (2), Pernambuco (2), Paraná (3), Minas Gerais (2), Bahia, Maranhão e Distrito Federal. 
  • No caso do Pará, há dois tipos de insegurança e ambas atentam contra a vida: é a insegurança pública e a bancária, deixando exposta a categoria bancária, a clientela que vai ao banco e a população, esta completamente desprotegida.
  • Estatística não se sustenta -Pesquisas do governo do estado afiançam que a segurança aumentou. Quem vive o brutal cotidiano de assaltos, sequestros, explosões e é refém em assaltos, sabe que essa estatística e essa pesquisa não se sustentam. A realidade de insegurança se impõe sobre o marketing.
  • PPP's vota hoje -Está prevista para hoje a votação do famigerado projeto de lei 210/2011, que trata das PPP's, as Parcerias Público-Privadas. Pela proposta do governo do Estado, saúde, educação, transporte, Cosnapa, banpará e o sistema prisional entrarão em regime de PPP's, ou seja, irmão para o controle do mercado, o mesmo 'deus mercado" que levou a Celpa à falência.
  • No facebook da diretora da FETEC-CN e editora geral deste blog, a notícia da explosão dos dois bancos, informada logo ontem, cedo:
No facebook, a denúncia, ontem cedo:

Vera Paoloni
Bom dia povo feice! A bandidagem não dorme e a população cada dia mais insegura, mais sem pai nem mãe. Nesta madrugada de 1º de Maio, Dia do Trabalhado/Trabalhadora, assaltantes dinamitaram as agências do Banpará eBanco da Amazônia de Eldorado dos Carajás. A compa sindicalista Heidiany Katrine Moreno que trabalha naquela região tem denunciado todos os dias que a insegurança pública e a insegurança bancária ali são medonhas e quem pena é a população, o bancário. Cris Aleixo Fabíola Monteiro Ghyslaine Cunha Katia Luiza Furtado Carlos Cordeiro Tatiana Oliveira Raimundo Walter Luz Junior Claudia Aguilla
 ·  ·  · há 3 horas · 



    • Benedito Leão verdade
      há 2 horas · 

    • Salete Gomes Eh preciso denunciar diariamente. Enquanto o Governo dorme, ou faz q não vê, os bandidos agem.
      há 5 minutos · 

    • Vera Paoloni E o comentário do Paulo Gaya Gaya: Tão ruim quanto a insegurança e a violência é a estratégia do governo do estado de maquiar o índice de violência quanto dificulta o acesso da população para denunciar o delito, a chamada "queixa" ou ocorrência. Isso é a chamada subnotificação que escamoteia os índices de violência e favorece a bandidagem.
      São insignificantes as providências efetivas para combater o crime organizado e o tráfico de drogas que estão por trás de praticamente todas as ocorrências de violências.
      Tá faltando um governador pro estado do Pará, Vera.
      Tô com muita saudade do governo Ana Júlia

      alguns segundos atrás · 
      Carlos Franco Os trabalhadores do alheio não param ao ver qualquer oportunidade, principalmente com banqueiros gananciosos e autoridades omissas em relação a pouco se interessar efeivamente com a segurança da populaçao geral e dos bancários em particular.

Atualizado às 14:3: o PL 210/2011, das PPP's entra na pauta de votação só amanhã, quinta dia 3.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Quase não tem supermercado que aceite o novo tíquete do Banco da Amazônia./ No Banpará, continuam as arbitrariedades...


Clique nas imagens e veja os detalhes entre  a rede credenciada das duas empresas, a Sodexo (que perdeu a licitação) e a Valecard (que venceu). A listagem foi feita pelo diretor não-liberado do Sindicato, Marco Aurélio Vaz dos Remédios e mostra que a Sodexo ganha de goleada da atual Valecard, em termos de credenciamento.

Depois de analisar a simples comparação, vem algumas perguntas: como a Valecard pode ganhar a licitação, se tem rede credenciada muito menor, em toda a Amazônia, em São Paulo, em Belém? Por que não manteve a Sodexo? Por que essa intenção deliberada da diretoria do BASA em prejudicar, massacrar os trabalhadores?
Hoje tem mesa de negeociação entre a diretoria do Banco da Amazônia e o movimento sindical: ContrafCUT, FETEC-CN e Sindicato dos Bancários. Dentre vários assuntos, estará presente a reivindicação do movimento para que a diretoria cancele a licitação do tíquete alimentação, pois venceu uma empresa (Valecard) que tem uma rede de credenciamento muito inferior à empresa que perdeu.

Não adianta ter o tíquete - que é uma promessa de compra - se não tem rede credenciada para comprar os alimentos. Então, fica inútil o tíquete-alimentação.

O diretor não-liberado do Sindicato dos Bancários do Pará, Marco Aurélio Vaz dos Remédios, fez uma listagem comparativa para demonstrar o quanto é inútil e prejudicial aos trabalhadores ter um tiquete que quase não serve pra nada.

Imediatamente vêm algumas perguntas:

  • como a Valecard pode ganhar a licitação, se tem rede credenciada muito menor, em toda a Amazônia, em São Paulo, em Belém? 
  • Por que não manteve a Sodexo? 
  • Por que essa intenção deliberada da diretoria do BASA em prejudicar, massacrar os trabalhadores?
Na mesa de hoje, entidades sindicais cobrarão do Banco da Amazônia ainda:
  •  Pagamento da 2ª parcela da PLR, 
  • pagamento das horas extras, 
  • Plano de saúde CASF, 
  • Terceirização, 
  • PCCS, 
  • Diferença do valor de comissão do supervisor de agência e matriz, Administrativo e Operacional dos cash nas agências e PABs, 
  • Comissionamento do pessoal do quadro de apoio nas agências, Programa de metas e de promoção, 
  • além de outros temas ainda pendentes das dua smesas de negociação permanentes que já houve este ano.
Ação da terceirização  - Ontem, houve audiência da ação que o Sindicato dos Bancários do Pará move contra o banco da Amazõnia em relação à terceirização existente no Banco da Amazônia. Mas como a Justiça não chamou o Ministério Público do Trabalho à lide - que havia sido decidido na última audiência - foi marcada uma nova, dia 6 de junho.

No Banpará, sentença sai dia 21 de maio - Dia 24, houve a audiência na justiça em que o Sindicato dos Bancários do Pará cobra o cumprimento de pontos que o Banpará não incluiu na redação do acordo coletivo, embora tenham sido aprovados na mesa de negociação. A sentença sai dia 21 de maio. Na última audiência, a companheira Vera Paoloni (funci Banpará e diretora da Fetec-CN) foi testemunha na ação, em nome dos trabalhadores.

Estes são os itens que o Banpará não incluiu na redação final do ACT:

1) Revisão e reajuste de todas as comissões, em até 10%, retroativo a novembro de 2011, conforme afirmado pela Diretora Administrativa do Banpará;

2) Reajuste das Comissões de Tesoureiros, de acordo com o nível da agência em valores que vão de R$ 1.532,00 a R$2.451,00; retroativo a setembro de 2011;

3) Reajuste de 12% em todos os níveis, mantendo-se o interstício de 5% na tabela do PCS, este ponto definido em mesa da Fenaban, à qual o Banco é signatário.

Arbitrariedades continuam no Banpará
Já denunciamos aqui que a atual diretoria do Banpará inova para retroceder.
  • Demitiu um trabalhador suamriamente, sem dar a menor chance de defesa. 
  • Descomissiona bancários sem qualquer justificativa ou critério. 
  • Não paga horas extras trabalhadas. 
  • E alguns diretores têm utilizado o banco como se fosse uma extensão de suas casas, como se o banco fosse desses diretores e não um patrimônio público do povo paraense.
  • Dia 12 de maio tem seminário para debater o futuro do Banpará e as relações trabalhistas que estão muito detonadas no banco.
Último dia para se inscrever a delegado sindical- No BB, na Caixa e em todos os bancos há muito enfrentamento a ser feito, vamos construir a resistência a tantos desmandos. Então, não deixe de se inscrever para delegado sindical. Hoje é o últmo dia e para se inscrever, é só entrar no site dos bancários. 
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