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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Clonagem no tíquete do BASA; Banpará recebe sindicalistas após o carnaval. Mais um assalto: agora, no BB de Uruará. E a luta continua...

* Repudiando o autoritarismo  e falta de diálogo da diretoria do Banpará que não recebe o movimento sindical desde o final da campanha salarial, em outubro/2012 e tem ferido direitos dos trabalhadores, Sindicato dos Bancários do Pará, Contraf-CUT e FETEC-CN fizeram ato público hoje pela manhã defronte da Matriz do banco e, em seguida, lideranças sindicais foram até a Alepa - Assembleia Legislativa do Pará solicitar intermediação dos deputados estaduais para que o presidente do Banpará receba as entidades sindicais e restabeleça a mesa permanente de negociação.

* Sindicalistas foram recebidos na Alepa pela bancada do PT (deputados Alfredo Costa, Carlos Bordalo e Edilson Moura) e entregaram o documento com o histórico dos confiscos que o funcionalismo do Banpará vem sofrendo e solicitaram a intermediação do deputado José Megale PSDB). Antes do término da sessão, Megale informou às sindicalistas que o Sindicato pode agendar a reunião que será recebido pelo presidente do Banpará após o carnaval. Leia mais aqui, no sítio dos Bancários Pa.

* Clonagem no tíquete do BASA - O tíquete-alimentação do funcionaliso do BASA, o Vale Card tem sido clonado e até diretor do banco e altos executivos já forma surrupiados no saldo de alimentos constante do tíquete. Internamente o banco pesquisou o nivel de satisfação do funcionalismo com o Vale Card e a respostas foi uma tijolada: mais 90% dos votantes disseram NÃO  ao Vale Card. 

O problema mais grave é o da clonagem, mas o Vale Card tem outros agravantes: 
- quase nenhum supermercado aceita o tíquete,a rede credenciada é mínima. 

Agora, bancários e bancárias do BASA reivindicam cancelamento imediato do Vale Card e que seja chamado o segundo colocado na licitação, que é o Sodex. Por sinal, o Sodex era o prestador desse serviço antes e com ótima aceitação do funcionalismo. Teme o funcionalismo que a diretoria do BASA não adote nenhuma medida e que os trabalhadores fiquem sem seus alimentos, devido à clonagem.

A relação ruim de trabalho e diálogo com as direções dos bancos da Amazônia, BB e Banpará foi denunciado pela CUT.Pa e Sindicato dos Bancários do Pará em documentos entregues à presidenta Dilma no dia 1º de fevereiro/2013, em Castanhal.Pa.

CUT.Pa (Martinho Souza e Vera Paoloni) e Rosalina Amorim (Seeb-Pa) conversam com a presidenta Dilma em Castanhal.Pa e entergam documentos. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR



Assalto em Uruará. Foto: Valdeci Mecca/G1
Assalto no BB de Uruará - Contrariando as estatísticas  do governo do Pará que diz ter reduzido a criminalidade, hoje aconteceu mais um violento assalto a banco com tiroteio e reféns. Foi na agência do BB em Uruará. O ponto da insegurança foi destacado no documento que a CUT.Pa entregou à presidenta Dilma dia 1º/fev. em Castanhal.


Imagens do ato público no Banpará e visita à ALEPA
Sindicato e FETEC-CN denunciam o confisco dos direitos: promoção por antiguidade, tíquete extra...
.. e exigem que a diretoria do Banco valorize o funcionalismo.

Na Assembleia Legislativa do Pará, com deputado Alfredo Costa (PT.Pa)

...com deputado Edilson Moura (PT.Pa)

... e com o deputado Carlos Bordalo (PT.Pa).


Durante a campanha nacional dos bancários, em 2012, FETEC-CN denunciando as condições de trabalho

... e na greve 2012, a luta por melhoria de condições de trabalho, salários e valorização! (Fotos: Ticiane Rodrigues)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Insegurança total no sudeste do Pará. E Banpará faz e acontece contra direitos dos trabalhadores. Tem a volta do cipó de aroeira

Assim ficou a agência do Banpará de Eldorado dos Carajás, dinamitado na madugrada de 1º de Maio.
Imagens falam muito mais alto que palavras. Aqui, fotos feitas pela diretora do Sindicato dos Bancários do Pará  Heidiany Katrine Moreno, que coordena a ação sindical na região sul/sudeste do Pará. Heidiany esteve em Eldorado dos Carajás, município que teve as duas agências bancárias dinamitadas, Basa e Banpará.

Em seu blog, a sindicalista resume: "total insegurança no sudeste do Pará". O governo Jatene insiste em mostar estatísticas que mostram um estado mais seguro. Mas a propaganda tucana é derrotada pela realidade, porque a insegurança aumentou, e violentamente, em todo o Pará. Leia esta notícia no site dos Bancários Pará.

Mais arbitrariedades no Banpará - A diretoria do Banpará já demitiu bancário sem dar a menor chance de defesa. Agências hiper lotadas e quase nenhum pagamento de horas extras. Condições de trabalho precárias e muito autoritarismo. A direção tem feito descomissionamentos sem qualquer explicação. O mais recente atingiu em cheio  técnica qualificada e companheira Jô, Joventina Marques, que foi dirigente do Sindicato dos Bancários. Leia mais aqui. 

Seminário do Banpará é dia 12, no TRT - Organizado por ContrafCUT, Fetec-CN, Afbepa e Sindicato, vai acontecer dia 12 (sábado), o Seminário de Fortalecimento do Banpará, para ouvir a sociedade, o movimento sindical e os bancários sobre o papel do Banpará.

Heidiany asume o Comitê do Banpará - Com a saída da colega Sheila, que foi chamada em outro concurso, a companheira Heidiany Katrine Moreno passa a compor a titularidade do Comitê de Relações Trabalhistas. Já tem reunião marcada para dia 8, às 16 horas,em Belém.

Parabéns aos diretores não-liberados do Sindicato, Marco Aurélio e Cristiano que venceram as eleições na CIPA do BASA
A pertinente pergunta feita por Heidiany Katrine Moreno, em seu blog: a porta que dava acesso a parte interna do banco foi para outro lado e a foto do governador ficou amparada pela porta, mas quem ampara a população do sudeste paraense contra a violência?

E veja como ficou a agência do Banco da Amazônia em Eldorado....

...que também foi dinamitado no dia 1º de Maio, na madrugada. 3 dias antes, assaltantes dinamitaram a agência do BB em Canaã dos Carajás.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Quase não tem supermercado que aceite o novo tíquete do Banco da Amazônia./ No Banpará, continuam as arbitrariedades...


Clique nas imagens e veja os detalhes entre  a rede credenciada das duas empresas, a Sodexo (que perdeu a licitação) e a Valecard (que venceu). A listagem foi feita pelo diretor não-liberado do Sindicato, Marco Aurélio Vaz dos Remédios e mostra que a Sodexo ganha de goleada da atual Valecard, em termos de credenciamento.

Depois de analisar a simples comparação, vem algumas perguntas: como a Valecard pode ganhar a licitação, se tem rede credenciada muito menor, em toda a Amazônia, em São Paulo, em Belém? Por que não manteve a Sodexo? Por que essa intenção deliberada da diretoria do BASA em prejudicar, massacrar os trabalhadores?
Hoje tem mesa de negeociação entre a diretoria do Banco da Amazônia e o movimento sindical: ContrafCUT, FETEC-CN e Sindicato dos Bancários. Dentre vários assuntos, estará presente a reivindicação do movimento para que a diretoria cancele a licitação do tíquete alimentação, pois venceu uma empresa (Valecard) que tem uma rede de credenciamento muito inferior à empresa que perdeu.

Não adianta ter o tíquete - que é uma promessa de compra - se não tem rede credenciada para comprar os alimentos. Então, fica inútil o tíquete-alimentação.

O diretor não-liberado do Sindicato dos Bancários do Pará, Marco Aurélio Vaz dos Remédios, fez uma listagem comparativa para demonstrar o quanto é inútil e prejudicial aos trabalhadores ter um tiquete que quase não serve pra nada.

Imediatamente vêm algumas perguntas:

  • como a Valecard pode ganhar a licitação, se tem rede credenciada muito menor, em toda a Amazônia, em São Paulo, em Belém? 
  • Por que não manteve a Sodexo? 
  • Por que essa intenção deliberada da diretoria do BASA em prejudicar, massacrar os trabalhadores?
Na mesa de hoje, entidades sindicais cobrarão do Banco da Amazônia ainda:
  •  Pagamento da 2ª parcela da PLR, 
  • pagamento das horas extras, 
  • Plano de saúde CASF, 
  • Terceirização, 
  • PCCS, 
  • Diferença do valor de comissão do supervisor de agência e matriz, Administrativo e Operacional dos cash nas agências e PABs, 
  • Comissionamento do pessoal do quadro de apoio nas agências, Programa de metas e de promoção, 
  • além de outros temas ainda pendentes das dua smesas de negociação permanentes que já houve este ano.
Ação da terceirização  - Ontem, houve audiência da ação que o Sindicato dos Bancários do Pará move contra o banco da Amazõnia em relação à terceirização existente no Banco da Amazônia. Mas como a Justiça não chamou o Ministério Público do Trabalho à lide - que havia sido decidido na última audiência - foi marcada uma nova, dia 6 de junho.

No Banpará, sentença sai dia 21 de maio - Dia 24, houve a audiência na justiça em que o Sindicato dos Bancários do Pará cobra o cumprimento de pontos que o Banpará não incluiu na redação do acordo coletivo, embora tenham sido aprovados na mesa de negociação. A sentença sai dia 21 de maio. Na última audiência, a companheira Vera Paoloni (funci Banpará e diretora da Fetec-CN) foi testemunha na ação, em nome dos trabalhadores.

Estes são os itens que o Banpará não incluiu na redação final do ACT:

1) Revisão e reajuste de todas as comissões, em até 10%, retroativo a novembro de 2011, conforme afirmado pela Diretora Administrativa do Banpará;

2) Reajuste das Comissões de Tesoureiros, de acordo com o nível da agência em valores que vão de R$ 1.532,00 a R$2.451,00; retroativo a setembro de 2011;

3) Reajuste de 12% em todos os níveis, mantendo-se o interstício de 5% na tabela do PCS, este ponto definido em mesa da Fenaban, à qual o Banco é signatário.

Arbitrariedades continuam no Banpará
Já denunciamos aqui que a atual diretoria do Banpará inova para retroceder.
  • Demitiu um trabalhador suamriamente, sem dar a menor chance de defesa. 
  • Descomissiona bancários sem qualquer justificativa ou critério. 
  • Não paga horas extras trabalhadas. 
  • E alguns diretores têm utilizado o banco como se fosse uma extensão de suas casas, como se o banco fosse desses diretores e não um patrimônio público do povo paraense.
  • Dia 12 de maio tem seminário para debater o futuro do Banpará e as relações trabalhistas que estão muito detonadas no banco.
Último dia para se inscrever a delegado sindical- No BB, na Caixa e em todos os bancos há muito enfrentamento a ser feito, vamos construir a resistência a tantos desmandos. Então, não deixe de se inscrever para delegado sindical. Hoje é o últmo dia e para se inscrever, é só entrar no site dos bancários. 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Sindicato para ag.do Itaú Marabá que funciona sem ar condicionado e com fiação exposta. No Banpará, a resistência!

Agência do Itaú em Marabá, sudeste do Pará, vai ser paralisada hoje, por absoluta falta de condições de trabalho.

Agência funciona sem ar condicionado, numa região em que a média da temperatura é de 36 graus, a fiação está solta e exposta, móveis velhos e amontoados. Nem parece o banco mais lucrativo do país!

Informações e fotos da diretora do Sindicato, Heidiany Katrine Moreno, que coordena o trabalho da delegacia sindival em Marabá e Região e que hoje acompanha a direção do Sindicato na caravana, iniciada ontem.

Banpará - Em Belém, Sindicato, Afbepa, Fetec-CN articulam hoje uma ampla contraofensiva aos ataques antissindicais da diretoria do Banpará que quer calar na marra as entidades sindicais que lutam pelos direitos dos trabalhadores e por democracia, por liberdade d eopinião e para que ninguém seja descomissionado ou demitido arbitrariamente! NÃO PASSARÃO!!!
Filas extensas, poucos bancários para atender, pois o banco emprega muito pouco. Agência sem cadeiras ao público e sme ar condicionado. (Fotos: Heidiany Katrine Moreno)

Ventilador barulhento e móveis sem ergonomia. Eita Itaú!

A fiação exposta e contrariando as normas de segurança.

Do teto, caem os fios elétricos expostos e pondo todo mundo em risco.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Pode até tentar, mas diretoria do Banpará não calará a voz de quem luta por justiça, democracia e respeito!!!!

Este é o Interdito Proibitório que o Banpará conseguiu na Justiça,no dia 7 de abril, Sábado de Aleluia!. Mas atos desse tipo não calarão as nossas vozes que bradam contra as injustiças, demissões, descomissionamentos, retaliações e outra montanha de arbitratariedades.Que bradam por democracia e por respeito, diálogo!

O Banpará entrou na justiça - e em tempo pra lá de recorde conseguiu o interdito - proque na quinta-feira da Paixão, véspera do feriado, as quatro entidades isndicais (ContrafCUT, Sindicato, Fetec-CN e Afbepa) paralisaram a agência do banco na Cidade Nova, último local em que trabalhou um bancário dmeitido arbitratiamente e sem a menor chance de defesa.
A determinação judicial contra o Sindicato dos Bancários e a Associação dos Funcionários do Banpará só incentivam que todas as entidades marchem unidas contra as arbitrariedades e na defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores e da democracia. Arbitariedades, retaliações? TÔ FORA!!!

Na 5a-feira, 5 de abril, na Ag. Cidade Nova do banpará, Sindicato, ContrafCUT, FETEC-CN e Afbepa unificadas e na luta para manter direitos e repudiar demissões e descomissionamentos arbitrários.
Na imagem acima, se lê a determinação judicial de um interdito proibitório, sob pena de Sindicato e Afbepa pagarem um valor todo dia.

Queremos deixar bem claro que não nos curvaremos às intimidações e nem aos desmandos da diretoria do Banpará.

Leia os comentários feitos por nossos leitores na postagem Banpará demite bancário sem dar a menor chance de defesa. Entidades sindicais paralisam agência e vão ampliar a mobilização:


Soldeprata@gmail.com
"Na primeira noite eles se aproximam e colhem uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem: Pisam nas flores, matam nosso cão...e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa: Rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso
***
QUERIDA amiga Vera,

infelizmente já tinha conhecimento de arbitrariedades cometidas pela diretoria.

Será que os administradores não são funcionários de carreira do banco?

Será que é preciso voltar como era antigamente, traziam pessoas de fora que trabalhavam em outras entidades para o banco?

Acredito que está faltando é o sindicato estar sempre alerta, para detectar estes problemas, ou abrir um canal permanente de denúncias para evitar mal desta natureza onde os funcionários são levados a estrapolarem suas horas de serviço.

Lute, minha amiga, não deixe esses péssimos administradores tomarem conta do nosso querido Banco.

Abração
Manoel Augusto
***
Essas atitudes vão de encontro ao slogan da PAZ do governo tucano. Como diz a letra da música "Paz sem voz não é paz é MEDO". Era de se esperar outra coisa??? Entre a teoria e a prática, nesse governo, existe um grande abismo. Farsantes!

E não deixe de ler a notícia do ato de hoje, no Blog da Afbepa:

LUTAR, NESTE PAÍS, NÃO É CRIME! LUTAR, NO BANPARÁ, É UMA URGÊNCIA!

 "Apesar de você,
amanhã há de ser outro dia..."


Chico Buarque, para os algozes da Ditadura Militar no Brasil,
de triste memória, hoje na lata do lixo da história.

A Ditadura Militar foi vencida pela luta das pessoas de bem deste país, mas ainda há quem não perceba isso. Ainda há quem usa da força da caneta, da força de um poder aboslutamente transitório pra tentar calar a voz democrática da verdade.

Logo nas primeiras horas desta manhã, 9 de abril, recebemos comunicado oficial de Interdito Proibitório da Justiça do Trabalho, demandado pela direção do Banpará. Essa triste e desesperada atitude da diretoria é uma reação à vitoriosa e pacífica paralisação da Agência Cidade Nova, no último dia 5, como você pode ler, clicando aqui. No documento, a Juíza determina, inclusive, uma multa diária de 5 mil reais para Kátia Furtado, caso a AFBEPA impeça a livre

Agindo assim, a diretoria do Banpará, se ilude, pensando que pode judicializar e impedir a livre manifestação de repúdio pelas arbitrariedades que vem sendo cometidas por essa direção contra os bancários e bancárias.

Jamais deixaremos de exercer o direito legal de lutar! De repudiar as transgressões, os desrespeitos, as infrações do Banco no descumprimento dos direitos trabalhistas.

Quem vem agindo ilegalmente é a diretoria do Banpará quando: não paga devidamente as horas extras, impõe adoecimentos pela sobrecarga de trabalho e os desvios de função, estabelece a sobrejornada e o sobreaviso como rotina, permite as péssimas condições de trabalho, o assédio moral e a insegurança a que os bancários e bancárias estão expostos. Tudo às vistas de uma diretoria administrativa que nada faz em prol dos funcionários do Banco e do fortalecimento do Banpará, ao contrário, quer agora cometer o desatino de fechar o autoatendimento nos finais de semana, para acabar de vez com a imagem do Banco perante a população paraense.

Dessa diretoria, que age sem reflexão, sem cautela e sem planejamento, não se poderia esperar outra atitude. Não se poderia esperar serenidade e diálogo. Muito menos se poderia esperar que tivesse a sabedoria de voltar atrás em seus desmandos e a coragem de anular as demissões ilegais e as portarias injustas que soltou recentemente.

Já estamos tomando todas as providências legais cabíveis para desmascarar, aos olhos da Justiça, essa diretoria do Banpará. Até porque nunca foi necessário que a Presidenta dessa AFBEPA forçasse qualquer luta, jamais foi preciso impedir funcionários e clientes de entrar ou sair de quaisquer dependências do Banpará. Todas as manifestações são pacíficas e obtém sempre a adesão dos funcionários e clientes, como ficou nítido na Ag. Cidade Nova. Os clientes, em grande parte funcionários públicos, apoiaram ostensivamente, aplaudiram, inclusive, a manifestação no último dia 5.

Continuaremos exercendo livre e democraticamente nosso direito legal de resistência, de luta, de esperança na verdadeira justiça! A mobilização avança, cresce e se fortalece ainda mais! Haveremos de vencer todas as barreiras, os desmandos, as tiranias! Isso passará, mas a força da verdade, a força da luta brilhará cada vez mais viva em defesa de nossos direitos, interesses e conquistas enquanto trabalhadores!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Banpará demite bancário sem dar a menor chance de defesa. Entidades sindicais paralisam agência e vão ampliar a mobilização

FETEC-Centro Norte, ContrafCUT, Sindicato dos Bancários do Pará e Afbepa fecharam hoje durante todo o expediente bancário a agência Banpará Cidade Nova, última agência em que trabalhou o bancário demitido pela diretoria do banco de forma arbitrária, ilegal e injusta.

O bancário foi demitido sem que tivesse a mínima chance de defesa e sem passar pelo Comitê Disciplinar, órgão paritário e que existe no Banpará há 25 anos. A diretoria do Banpará efetivou a demissão sem encaminhar o assunto ao comitê disciplinar, rasgando as leis trabalhistas, o regulamento de pessoal do banco e o bom senso.

Clientes que estiveram hoje na ag. Banpará Cidade Nova parabenizaram a ação conjunta das entidades na defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores e do respeito às leis e à democracia. Como disse uma cliente ouvida pelo Arte Bancária: "Vocês estão certos, tem que lutar e resistir, senão eles vêm se voltar contra todo mundo. E eles não são mais que nós. Acabou esse tempo de "manda quem pode, obedece quem tem juízo!".

As entidade sindicais constataram que a agência está com um quadro reduzido de funcionários e que há extrapolação de jornada, não-pagamento integral de horas extras e que a agência precisa ser ampliada, mudada de local, pois é pequena para o volume de atendimento.

Falta de ar e de alma - No Banpará, atualmente, há:
  •  um clima de violência organizacional, 
  • assédio moral em muitas agências e até setores da Matriz,
  • bancários trabalhando muito além do horário e sem o pagamento devido de horas extras; 
  • burla gritante da legislação trabalhista; 
  • quebra de usos e costumes como o do almoço aos funcionários em dias de pagamento de governo em que agências superlotam e o dia é curto para o expediente bancário; 
  • alto nível de pressão das metas e das cobranças absurdas;
  • um clima de caça às bruxas, bem policialesco e de retrocesso antes nunca visto nos 50 anos de existência do Banpará;
  • adoecimento, por conta da pressão e da ausência de diálogo;
  • numa empresa que tem 80% de bancários comissionados, tirar as comissões sem nenhuma justificativa razoável, é implantar um sistema de terrorismo repudiado pelas entidades e pelas pessoas de boa vontade. É o que a diretoria tem feito, desde que assumiu, em janeiro.2011;
  • na linha de implantar o terrorismo, a atual diretoria não aceita a livre-opinião, a divergência, o contraditório. Quem se posiciona, mesmo que educadamente, contrário ao pensamento único da diretoria, tem a comissão tirada, ou é transferido, punido, removido;
  • uma diretoria que tem um comando autoritário, sem diálogo, que deixa as pessoas de cabeça baixa, sem ar. Que age sem alma, com total frieza e igual desrespeito ao ser humano e aos seus direitos.

Uma indagação pertinente: diante dos descomissionamentos, da demissão arbitrária, dos adoecimentos, o que está fazendo a DIRAD, a diretora de administração do banco, responsável pela gestão de pessoas, pela administração dos contratos e pela estrutura da agências, pela vida e pela segurança das pessoas? É tamanho hoje o nível de trabalho extrapolado e estresse no banco, é tamanha a injustiça no meio ambiente humano, que a pergunta procede e urge resposta imediata.

Sindicato, Afbepa, Fetec-CN e ContrafCUT avisaram à população e aos bancários que continuarão com as paralisações até que a diretoria do Banpará reveja a demissão e os descomissionamentos que estão virando "péssima moda" dentro do Banpará. Não toleraremos o assédio moral, a violência organizacional, o ataque à estima, aos direitos e aos valores dos colegas bancários que hoje vivem sob o tacão do autoritarismo no Banco do Estado do Pará. Ma essa diretoria passará!

(Leia abaixo a nota conjunta das entidades sindicais, publicada no blog da Afbepa e distribuído no Banpará no ato público das entidades diante da Matriz em 29 de março de 2012). 

No pequeno cartaz, o resumo da monstruosidade praticada pela diretoria do Banpará: demissão ilegal e a resposta das entidades que é fechar a agência e garantir justiça.
Odinéa, Cristiane Alexio (Sindicato), Kátia (em pé, AFBEPA) e Sheila, delegada sindical. Mulheres de luta à frente da paralisação da agência.
Heládia Carvalho e Cristiane Aleixo, ambas do Sindicato, presentes na paralisação.
Érica Fabíola e a presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim e Alan Rodrigues e Cristiane Aleixo.
A agência fechada ao público.Uma indagação pertinente: diante dos descomissionamentos, da demissão arbitrária,o que está fazendo a diretora de administração do banco, responsável pela gestão de pessoas, pela administração dos contratos e pela estrutura da agências, pela vida e pela segurança das pessoas? É tamanho hoje o nível de trabalho extrapolado e estresse no banco, que a pergunta procede e urge resposta imediata.
No autoatendimento, a população lê o manifesto das razões pelas quais as entidades sindicais fecharam a agência do Banpará Cidade Nova.

Rômulo Weyl,  Fábio Gian, Odinéa, Vera Paoloni (falando em nome da FETEC_CN), Rosalina e Érica Fabíola:  uma grande frente unificada contra o terrorismo instalado no Banpará pela atual diretoria.
Paralisação foi pacífica e com muito diálogo com a população. Foi fácil explicar o  clima policialesco hoje existente no Banpará.
No autoatendimento da Agência Cidade Nova, funcionamento normal.
Kátia Furtado (Afbepa), Heládia Carvalho, Odinéa Gonçalves e Cristiane Aleixo: valorosas compas na luta pelos direitos do trabalhador e pela resgate da democracia! (Foto: blog Afbepa)

NOTA CONJUNTA DE REPÚDIO ÀS ARBITRARIEDADES DA ATUAL DIRETORIA DO BANPARÁ

Desejamos o Banpará cada vez mais fortalecido para melhor atender aos interesses do povo do Pará. Lutamos para que seja um dos pilares de uma política de desenvolvimento que tenha como foco a inclusão social a partir da oferta do microcrédito para a geração de trabalho e renda a todas as famílias mais necessitadas, nos municípios mais longínquos, assim como nas periferias das grandes e médias cidades paraenses aonde os grandes bancos públicos e os bancos privados não chegam. Por isso o Banpará é necessário! Seu papel principal é ser um banco para o desenvolvimento social.

Principalmente pelo esforço e dedicação de seus funcionários, o Banpará é um banco saneado, fortalecido, que tem dado lucro ao povo paraense. Em 2011, praticamente a metade dos 124,9 milhões do lucro do Banpará, 60 milhões, foram repassados ao Estado para que sejam aplicados no bem comum da população paraense. Qual outro Banco repassaria a metade de seu lucro para o Estado? Por isso queremos o Banpará público, estadual e cada vez mais forte!

E por isso mesmo não aceitamos que a atual diretoria do Banpará desrespeite a Lei e a história do Banco. Nesta nota, denunciamos as arbitrariedades cometidas pela atual diretoria que afrontou direitos dos trabalhadores e jogou no lixo toda uma história de construção do Banpará.

Recentemente, um bancário foi demitido pela diretoria do Banpará sem justa causa e sem passar pelo julgamento do Comitê Disciplinar. Há vinte e cinco anos que os funcionários do Banpará conquistaram o Comitê Disciplinar, com representação do Banco e dos bancários, como o espaço interno para avaliar eventuais denúncias formuladas contra funcionários. Antes da dispensa, há outras penalidades cabíveis, dependendo da proporção da falta cometida.

A diretoria do Banpará, ao demitir o funcionário, jogou por terra vinte e cinco anos de história do Banpará onde todas as penalidades foram sugeridas no Comitê Disciplinar, e decididas pelo Presidente, que tem a palavra final, com cabimento de recurso. A decisão da diretoria foi arbitrária, equivocada e ilegal. Exigimos que a direção do Banpará volte atrás nessa decisão e reintegre o funcionário para avaliá-lo internamente no Comitê Disciplinar, caso seja necessário. Queremos nada mais nada menos que o cumprimento das formalidades legais e justas. Exigimos justiça social!

Destacamos também o clima de instabilidade organizacional instalado pela diretoria do Banpará que tem mexido com as vidas dos bancários como se fossem peças descartáveis em um tabuleiro de xadrez, exonerando funcionários brilhantes, competentes, capacitados que exercem suas funções há uma década ou mais, sem sequer conversar com os colegas dos setores ou ao menos com os funcionários diretamente atingidos. Foram descomissionamentos sem critério objetivo, decididos ao sabor do humor e da vontade. A impressão que passa é que as decisões são tomadas da noite para o dia, porque é assim que os bancários têm sido tratados: dormem na função e acordam exonerados e com a injusta pecha pública de terem cometido algum erro. Como as decisões são tomadas ao sabor do humor, ninguém sabe quem será a próxima vítima dessa diretoria.

Exigimos que a diretoria do Banpará trate os trabalhadores com respeito! Queremos as regras estabelecidas em toda relação saudável: diálogo e planejamento. Trabalhadores não são máquinas, são pessoas, são vidas que cuidam de outras vidas de familiares, de clientes. O tratamento desumano e ilegal tem causado adoecimentos. A racionalidade administrativa só existe, de fato, quando está equilibrada com bom senso e respeito às vidas dos subordinados. Sem isso, é tirania inaceitável!

ABAIXO AS ARBITRARIEDADES DA DIRETORIA DO BANPARÁ!

REINTEGRAÇÃO IMEDIATA DO FUNCIONÁRIO DISPENSADO!

ANULAÇÃO DE TODAS AS INJUSTAS PORTARIAS DE DESCOMISSIONAMENTOS!

RESPEITO, DIÁLOGO, PLANEJAMENTO!

SEEB/PA – Sindicato dos Bancários do Pará
AFBEPA – Associação dos Funcionários do Banpará
CONTRAF/CUT – Confederação dos Trabalhadores no Ramo Financeiro.
FETEC/CN – Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito / Centro-Norte
***

Leia a notícia nos site do Seeb-PA e blog da Afbepa:

Bancários param agência Banpará Cidade Nova contra demissões imotivadas

PARALISAÇÃO DE DIA INTEIRO NA AGÊNCIA CIDADE NOVA

Clique na imagem para ler a notícia publicada no Jornal O Liberal de 6.abril.2012

 

quarta-feira, 28 de março de 2012

Banpará demite arbitrariamente e ensaia fechamento de caixas eletrônicos nos finais de semana. Confusão à vista!

  • Demissões e descomisisonamentos- ContrafCUT, Fetec-CN, Seeb-Pará e Afbepa farão ato público amanhã para protestar contra a série de arbirtrariedades que a direção do Banpará em adotando contra os bancários: descomissionamento de trabalhador sem qualquer critério discutido, ao sabor dos humores da direção; demissão sem passar pelo Comitê Disciplinar que é paritário, existe há 25 anos e recentemente passou por processo eleitoral. 
  • Caixas eletrônicos fechados -E como se isso já fosse pouco, a direção do banco informou ontem via Radar (informativo interno da instituição) que vai fechar os caixas eletrônicos das agências nos finais de semana. Já existe um projeto piloto de fechamento e vai começar por Belém e depois para o interior do Estado. O projeto não foi debatido com as entidade sindicais  e nem com a sociedade e, à primeira vista nos parece que é mais um cofo de confusão que a diretoria do banco está armando para a própria cabeça e que vai atrair a ira da população ao dar com a cara nas agências fechadas nos finais de semana, isto é,vedado o acesso aos saques eletrônicos. Sem contar que no interior do Estado há muitos lugares que não tem caixa eletrônico do Banpará fora das agências. Ou seja, corta-se o acesso aos caixas sem qulquer aviso, sem qualquer debate. Confusão à vista que ainda pode ser repensada, revista, se houver o mínimo de bom senso!!!
  •                                                                  ***
  • Coisas de Belém - Hoje haveria ato público nacional de luta no Banco do Brasil. Mas em Belém chove fortemente desde a madrugada e o ato público foi cancelado pela força da chuva. É nosso inverno amazônico mandando ver!
  •                                                                  ***
  • Domingo é a posse da nova direção da APCEF-Pará - O companheiro secretário geral do Seeb-Pa e integrante da Artban- Articulação Bancária Pará, Alan Rodrigues, é o mais novo diretor de Esportes da Apcef-Pará. A chapa única "Rumo certo" foi aclamada em assembleia geral dia 22 e a posse é neste domingo 1º de abril, com festão na APCEF-Pará a partir das 10 horas, inauguração do bar central e show de Marquinho e Banda. À nova direção, bons fluidos na empreitada de sucesso! Parabéns, compa Alan!
  •                                                                   ***
  • Anapar faz homenagem póstuma ao dr. Castagna Maia  -  Em seu XII Congresso, dias 29 e 30, em Goiânia-GO, a Anapar, que é a Associação Nacional dos Participantes do Fundo de Pensão, presta uma homenagem  póstuma ao advogado e companheiro dr. Castagna Maia, que faleceu a 14 de janeiro de 2012. A companheira diretora da FETEC-CN, Vera Paoloni, falará em nome dos participantes de fundos de pensão na abertura do Congresso. Participam do evento, pelo Seeb-Pará, as compas Heládia Carvalho e Odinéa Gonçalves.
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  • Solidariedade ao compa Pinheiro - Continua internado na UTI em Porto velho(RO) o companheiro presidente do Seeb-RO, José Pinheiro. Quadro estável, mas sempree precisa do refoço de oração e solidariedade.
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  • Lula sem câncer- Após 5 meses de tratamento intensivo, 33 sessões de radioterapia e outro tanto de químio, hoje o ex-presidente Lula foi dado como totalmente livre do câncer. Vai continuar o tratamento fonoaudiológico. Grande e maravilhosa notícia.

                                                                        ***

  •  ContrafCUT faz 3º Congresso e renova a direção - Começa dia 30, em Guarulhos-SP e vai até 1º de abril  o 3º Congresso da ContrafCUT, a nossa valorosa Confederação. Pela Artban Pará participam os compas Serginho Trindade e Vera Paoloni.
  • Confira a programação do 3º Congresso:
  • Sexta - 30 de março

    Seminário Internacional: "Regulação do Sistema Financeiro"
    10h às 12h - Mesa 1: "A origem da crise"
      Alejandra Madi, professora da Unicamp
      Adriana Rosenzvaig , secretária regional da UNI Américas

    12h às 13h30 - Almoço

    13h30 às 15h30 - Mesa 2: "Regulação do Sistema Financeiro"
      Marcio Holland de Brito, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda
      Márcio Monzane, chefe da UNI Finanças

    15h30 às 17h30 - Mesa 3: "Mobilização da Sociedade"
      Stephen Lerner, Movimento Occupy Wall Street

    19h às 19h15 - Aprovação do Regimento Interno

    19h15 às 21h - Abertura solene

    21h - Jantar de confraternização

    Sábado - 31 de março

    10h às 12h - Exposição da "Análise de Conjuntura" contida no Texto Base e respectivos destaques apresentados e Balanço da Gestão 12h às 14h - Almoço
    14h às 18h - Estratégia
    18h - Encerramento dos trabalhos do dia

    Domingo - 1º de abril 10h às 11h - Estratégia
    10h - Prazo final para inscrição de chapas
    11h às 12h - Plenária final
    12h - Apresentação, defesa das chapas inscritas e eleição da nova direção
    13h - Encerramento do 3º Congresso
     ***
    Assista ao vídeo em homenagem ao dr. Castagna Maia que foi feito pelos aeronautas e exibido no Senado dia 14/03/2012:
E este é o vídeo em homenagem ao dr. Castagna Maia que foi feito pelos  Sindicato dos Bancários de Brasília:

segunda-feira, 19 de março de 2012

Enquanto entidades sindicais qualificam eleitos no voto direto, Banpará demite sem justa causa e sem processo disciplinar

Na sexta-feira passada, dia 16 de março, após assembleia da FETEC-CN e pré-congreso da ContrafCUT em Belém do Pará, entidades sindicais realizaram formação dos eleitos em comitês do Banpará, a saber: Comitê Disciplinar, GT-PCS, Segurança Bancária, Relações Trabalhistas e Cafbep. Notícia completa aqui.

Pois enquanto Contraf, Sindicato, Fetec-CN e Afbepa promoviam a atividade de formação, com palestras do presidente da ContrafCUT, Carlos Cordeiro e do historiador Fernando Carneiro, a direção do Banpará, num desrespeito à democracia e aos direitos trabalhistas, demitia um trabalhador sem justa causa e sem qualquer processo disciplinar.

No Banpará tem Comitê Disciplinar há 25 anos, ou seja, bem antes de entrar a atual diretoria. O banco ignorou solenemente a ampla defesa, o comitê, as leis e demitiu o trabalhador ao arrepio da lei. Naturalmente, a reação das entidades virá e daqui, deste canal, nosso total repúdio à medida arbitrária e antidemocrática da diretoria do Banpará que rasga a Constituição federal, o direito à ampla defesa e demite sem instaurar o devido processo.

 Tempos ruins no Bsnpará. Mas o cipó de aroeira vai bater no lombo de quem mandou dar. Tem volta....
Carlos Cordeiro, Carlão, presidente da ContrafCUT, em Belém do Pará, dia 16.3, na abertura da formação dos eleitos nos comitês do Banpará, auditório do Sindicato dos Bancários.


Carlão(no meio, camisa cinza) e Fernando Carneiro (à esquerda, camisa azul marinho) na foto com eleitos  nos comitês do Banpará.

A mesa de abertura da formação dos eleitos Banpará: Carlos Cordeiro, presidente da ContrafCUT, Kátia Furtado, presidenta da Afbepa, Sérgio Trindade, vice-pte do Seeb-Pará e Vera Paoloni, diretora da FETEC-CN.

No final dos trabalhos da frmação no dia 16, eleitos dos comitês Banpará na foto com a presidenta do Seeb-Pa, Rosalina  Amorim e assessorias da Afbepa e Sindicato.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

BASA desrespeita TST, sindicatos e trabalhadores acerca do sobreaviso

Desde 12 de fevereiro de 2012 está ESGOTADO o prazo dado pelo TST - Tribunal Superior do Trabalho ao Banco da Amazônia para que apresentasse ao Sindicato dos Bancários do Pará, ContrafCUT e demais entidades sindicais a proposta de sobreaviso, que implica um caminho, um rumo para efetuar o pagamento àqueles e àquelas que trabalham nos finais de semana e após o expediente, em regime de sobreaviso.

O Banco da Amazônia teve 60 dias para apresentar uma proposta, chamar as entidades e demonstrar respeito e boa vontade. Não o fez até hoje, 28 de fevereiro. E talvez só o faça quando o tom da pressão subir!

Em 15 de fevereiro de 2012, o vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Pará e da FETEC-CN, Sérgio Trindade, encaminhou ofício ao banco cobrando a resposta. O banco respondeu com um impertinente silêncio, como faz em todas as revindicações da categoria.

A categoria exige resposta, senhor Abidias e diretoria do BASA! Basta de enrolação! Quem trabalha, quer pagamento!
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