quinta-feira, 8 de julho de 2010

Fetec e ContrafCUt mais fortes! Luta mais forte!

A FETEC-Centro Norte está maior e mais forte desde 29 de junho. É que mais um sindicato integra a valorosa federação Centro-Norte: o sindicato de Barra dos Garças e Região (Sinbama), agora é filiado à ContrafCUT e à base da Fetec Centro Norte..

O anúncio da filiação aconteceu durante a Conferência Regional, organizada pela Federação, no dia 29 de junho, em Brasília e com ampla participação da delegação do Pará e Aampá. Os documentos necessários para a filiação foram entregues pela presidente do Sindicato, Nelcimar Coelho, ao presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, e à presidente da Fetec-CUT/CN, Sonia Rocha.

O ato contou também com a participação do secretário de organização sindical da CUT, Jacy Afonso de Melo, do presidente do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso, Arilson Silva, e do secretário de finanças da Fetec/CUT-CN, José Avelino.

Mais de 100 - Agora já estão associados à Contraf-CUT mais de 100 sindicatos de bancários e oito federações estaduais e/ou regionais de todo o país. A filiação à CUT é recomendável, mas não obrigatória

A entrada de mais um sindicato, fortalece a luta e aumenta as chances de mais conquistas na campanha nacional, que está em pleno preparativo em todo o país. Parabéns à categoria em Barra do Garça e Região!

No Pará e Amapá - Hoje acontece a assembleia que elege delegados e delegadas ao Congresso do banco da Amazônia, a ocorrer no dia 17 de julho.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Por que agora é Dilma

Do blog do Artur Henrique, presidente da CUT:

Começa oficialmente hoje a campanha eleitoral. Fica mais fácil – e franco – defender as candidaturas, já que a margem de manobra da oposição na justiça eleitoral deve ficar, teoricamente, menor.

Agora é Dilma.

Por quê?

Além de algumas razões que já expusemos aqui e de tantas outras que defendemos em diversas atividades da CUT e de suas entidades sindicais filiadas, a maior delas é que Dilma é melhor, tem sensibilidade social e é a mais afinada com o projeto político que a CUT e os movimentos sociais vêm construindo há décadas e que têm no governo Lula uma de suas mais importantes formas de expressão.

Sugiro a leitura do editorial da CartaCapital desta semana, intitulado “Por Que Apoiamos Dilma”, escrito com elegância e coerência por Mino Carta.

Entre outras coisas, por seu espírito democrático e pela coragem de ouvir, Dilma é quem pode manter e ampliar o processo de diálogo social que está sendo desenvolvido no País, com a participação de todos os segmentos sociais.

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), exemplo dessa prática de diálogo, acaba de elaborar e aprovar a Agenda do Novo Ciclo de Desenvolvimento, um documento consistente e muito interessante sobre o que trabalhadores organizados, empresariado, acadêmicos e governo se declaram dispostos a fazer para continuar mudando o Brasil.

Para conhecer o documento, que tenho certeza os tucanos e demos seriam incapazes de querer implementar em toda sua extensão, sugiro a leitura de um texto na página da CUT, clicando aqui

Também fiz um resumo do esforço empreendido no CDES e das possibilidades que esse trabalho aponta em uma breve intervenção no mais recente encontro do grupo. Veja o video, cedido pela NBR.

terça-feira, 6 de julho de 2010

O linchamento

Muito bom o artigo do Castagna Maia sobre o linchamento de Dunga:

Já disse, antes, que nada entendo de futebol. Se dependesse de mim, Dunga nunca teria sido técnico da seleção, justamente porque não tinha experiência. Quem manda na seleção, no entanto, é Ricardo Teixeira, e assim foi.

II
A seleção que construí na minha imaginação, pelo menos em parte, tinha o Ronaldo – sim, o Ronaldo do Corinthians – como centroavante. No meu desentendimento, Ronaldo, gordo ou magro, entra e resolve. Seu único papel é fazer gols.a propósito, torço pelo Internacional de Porto Alegre.

III
Agora, no processo de linchamento da seleção brasileira, patrocinado pela Globo, até Ricardo Teixeira, que nomeou Dunga, lavou as mãos. E tirou de suas costas qualquer responsabilidade. Em entrevista a Galvão Bueno, disse que não havia como demitir Dunga antes. E, portanto, agora ficará tudo bem, a Globo voltará a ter suas entrevistas exclusivas com jogadores em detrimento da igualdade com as demais emissoras.

IV
É linchamento. Agora, também com o auxílio do símbolo máximo da cartolagem brasileira. Na Argentina, mesmo com a humilhação dos 4 a zero, a seleção foi recebida com carinho pelo povo.

...

Aqui, o artigo Um tom conhecido, que o Arte Bancária recomenda a leitura. Também da lavra do Castagna Maia.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Bancários apontam prioridades na campanha

No primeiro apanhado da pesquisa, veja o que a categoria bancária está apontando:

- ampliação do poder de compra por meio do aumento real de salário, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e cesta-alimentação maiores, sem abrir mão de uma melhor qualidade no ambiente de trabalho, com a discussão das metas abusivas e o combate ao assédio moral.

O índice de reajuste salarial ideal seria de 11%, o que implicaria em aumento real de 5%. Aliás, o aumento real é apontado como prioritário, seguido por vale-alimentação maior , discussão das metas abusivas e combate ao assédio moral, Plano de Cargos, Carreiras e Salários , PLR maior e auxílio-educação . Também foram colocados como fundamentais questões como a ampliação do piso, o 14º salário e garantia de emprego, entre outras.

Além disso, imensa maioria dos bancários afirmaram ser contrários à privatização dos bancos públicos.

domingo, 4 de julho de 2010

É ouro, prata e brilhante!

Hoje é domingo, do pé do cachimbo, dia de encerramento dos festejos juninos do Arraial do Pavulagem, programação imperdível, saindo da escadinha lá por volta das 9 da manhã até a praça da república, onde acontece a apoteose com show do arraial. Um espetáculo popular que cada vez leva mais gente às ruas pra festejar e mostrar o quanto é linda nossa cultura. Vá lá! Hoje é o último domingo com o Arraial mas a Praça da República é sempre um bom convite pra relaxar, passear, reencontrar amigos.

E pra inspirar, abaixo algumas fotos feitas por Alan Rodrigues no arrastão do domingo passado:







sexta-feira, 2 de julho de 2010

Banco da Amazônia: Abidias comemora e a categoria, pena!!!

Jogaço hoje entre Brasil x Holanda, Arte Bancária vai de 2 x 1.
Enquanto, isso, veja o que acontece no Banco da Amazônia, denunciado no bom sítio da Aeba,
E veja o que mais se ouviu durante a visita às agências: “Se trabalha muito, mas não se vê o resultado esperado”. Leia a denúncia:

Em seu último comunicado aos empregados do Banco da Amazônia sob o título “Presidente Lula vibra com resultado histórico do Banco” o presidente Abidias Junior, mais uma vez, festeja sozinho e busca esconder por debaixo do tapete a real situação que o nosso Banco atravessa, de queda nos seus resultados, operando no vermelho, cujos prejuízos estariam na casa de 60-70 milhões (cinco primeiros meses de 2010) e o crescimento da insatisfação no seio da categoria em razão do processo de reestruturação e reivindicações, já históricas, não atendidas até o momento, entre as quais a solução da CAPAF, previdência complementar para os novos empregados, Plano de Saúde, PLR nos critérios da Fenaban, novo PCCS que contemple as peculiaridades de cada cargo/função, isonomia de direitos entre antigos e novos empregados, metas abusivas, assédio moral e isenção e ou redução de tarifas e juros bancários para a categoria.

No final de junho passado, para atestar essa realidade, diretores da AEBA e do Sindicato dialogaram com a categoria nas agências da Cidade Nova, Castanheira e Pedreira, onde foram levantados inúmeras irregularidades que penalizam ainda mais os trabalhadores, as quais destacamos:

Agência Cidade Nova
Sobrecarga de trabalho devido falta de pessoal. Uma situação agudizada no processo de reestruturação, deficiência de treinamento do pessoal, processos tecnológicos ineficientes (o sistema tem travado ao menos 4 vezes ao dia, problemas na conciliação do caixa eletrônico, etc.), deixando os caixas executivos à mercê da sorte, pois só faltam apanhar dos “furiosos” clientes. Além dessas considerações foram relatados problemas de infra-estrutura, como as questões vinculadas ao sistema de ar-condicionado, que deve ser imediatamente resolvido para que os trabalhadores e os usuários do Banco não sejam “assados” nesse forte verão 2010, cujas temperaturas estarão em média 2°C acima do de 2009.

Agência Castanheira
Sobrecarga de trabalho, a tal ponto de muitos colegas não se disporem a assumir outras funções, quadro funcional deficitário e falta de treinamento para melhor desempenho das tarefas e problemas nas estruturas internas e externas, inclusive em relação à copa e ao estacionamento. Há também denúncia da prática de assédio moral por parte da gerência a alguns funcionários.

Agência Pedreira
Nesta unidade foram denunciadas as metas abusivas e as sobrecargas de trabalho, também frutos do processo de reestruturação; fragilidade do processo tecnológico, que dificulta a performance laboral e irrita os usuários, e deficiências na política de segurança bancária, com aumento significativo no número de assaltos na modalidade de “saidinha”, facilitados pela concentração de ambulantes no entorno da agência, gerando ainda mais insegurança aos cliente e bancários que lá atuam.

Enfim, a realidade detectada nessas agências também está presente na maioria de outras agências e unidades. Ou seja, são comuns denúncias de que os colegas são forçados a trabalhar de 10 a 12 horas diárias sem a devida contraprestação de pagamento de horas extras, e que muitas vezes, essas horas não são anotadas pela falta de ponto eletrônico. São exemplos que ocorrem cotidianamente, por exemplo, nas agências de Bragança e Abaetetuba, entre outras, assim como na gerência de tecnologia.

“Se trabalha muito, mas não se vê o resultado esperado”.

Essa frase foi a mais dita pela categoria em todas as agências visitadas. Os empregados demonstraram certo conhecimento e temor do momento pelo qual o Banco passa, de resultados pífios e acúmulo de prejuízos, que ameaçam não só as conquistas de melhores condições de vida e de trabalho dos trabalhadores (como por exemplo, a PLR nos moldes da Fenaban) como também o futuro do Banco da Amazônia que, aos poucos, com a implantação do novo modelo negocial, vai se distanciando de sua missão histórica de se constituir enquanto uma instituição financeira voltada, prioritariamente, para o desenvolvimento sustentável da região amazônica.

Como se vê, os empregados do Banco além de não terem seus direitos respeitados convivem com um ambiente de trabalho altamente desfavorável, inclusive para atender ao anseio do presidente de “buscar o recorde na contratação de FNO”.

Fortalecer nossa luta, inclusive em defesa da missão histórica do Banco
Para contrapor essa realidade a AEBA e o movimento sindical bancário (Seeb’s, Fetec_CN e Contraf-CUT) estão atuando para fortalecer a mobilização da categoria no Banco da Amazônia, seja pressionando o Banco para atender às reivindicações básicas, como por exemplo, o reajuste do Reembolso Saúde, como também ações jurídicas e de planejamento da Campanha Nacional dos bancários 2010.
Durante a realização da Conferência Regional da Fetec-CUT/CN, em Brasília, a AEBA, o Sindicato e a Contraf-CUT se reuniram com o DEST para apresentar a situação da categoria e suas principais reivindicações, pois o Banco tem criado dificuldades para o seu atendimento. Reivindicações essas, que deverão ser aprimoradas e reafirmadas no II Congresso dos Empregados do Banco a ser realizado no próximo mês de julho em Belém/PA.

Além disso, a AEBA, com o apoio do Sindicato e da própria Contraf-CUT, está promovendo estudos e aprofundando a discussão sobre o Banco, cujas ações deverão culminar em um grande SEMINÁRIO, com a participação de toda sociedade, a fim de avaliar o papel que o Banco da Amazônia vem desempenhando no desenvolvimento sustentável da região, notadamente após o processo de reestruturação.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Aeba, Sindicato e ContrafCUT no DEST

A Contraf-CUT realizou ontem, em Brasília,uma reunião com Sérgio Francisco, diretor do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST), órgão do Ministério da Fazenda, responsável pela gestão dos bancos federais. Os representantes dos trabalhadores iniciaram debates a respeito de reivindicações específicas dos bancários do Banco da Amazônia e do Banco do Nordeste do Brasil (BNB).

No caso do Banco da Amazônia, as principais reivindicações dos trabalhadores dizem respeito a Plano de Cargos e Salários, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), plano de saúde, plano de previdência complementar, entre outras. Para os bancários do BNB, o foco é o restabelecimento da licença-prêmio, além de outras questões.

Ficou acertada a realização de uma nova reunião entre as partes. Para tratar de assuntos específicos dos bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, ainda não tem data definida.

A Contraf-CUT foi representada por Carlos Cordeiro, presidente da entidade, Marcel Barros, secretário-geral, e Miguel Pereira, secretário de Organização do Ramo Financeiro. Além deles, estiveram presentes a presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá e diretora da Contraf-CUT, Rosalina Amorim, o presidente da Associação dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA), Sérgio Trindade, e o coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB da Contraf-CUT, Tomaz de Aquino.

Fonte: Contraf-CUT
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