terça-feira, 18 de maio de 2010

Chapa 1 vence em Roraima. Posse é dia 1º

Chapa 1 dos bancários do Pará e Amapá, poucos dias antes das eleições.

Nas eleições no Sindicato dos Bancários de Roraima (Sintraf), também foi vitoriosa a chapa 1, Democracia e Trabalho, de base cutista.

A posse da nova direção será dia 1º de junho.

Esta é a Diretoria Executiva do Sintraf- RR:

Presidente: CYRO DE BARROS SILVA - ITAÚ
Vice-presidente: JORGE ALBERTO COQUEIRO - CEF
Secretaria geral: KATIA CILENE SOARES RIBEIRO DE OLIVEIRA - HSBC
Tesouraria: WESLEY SOUZA ROCHA – BANCO DA AMAZÔNIA
Diretor Administrativo: DIANNE KELLY CABRAL GOMES - UNIBANCO
Diretora de Assuntos Econômicos: WALDNARA ROTH DA SILVA - BB
Diretor de Assuntos Sociais e Desportivo: ADAUTO ANDRADE MARTINS - BRADESCO

A nova direção agradece o apoio e a confiança da FETEC-CN, em especial às camaradas Sônia Rocha e Marli.

O Arte Bancária parabeniza a nova direção do Sintraf-RR e informa que a posse da nova direção dos bancários do Pará e Amapá é dia 2 de junho. E manda um abraço bem carinhoso a toda a direção da FETEC-CN, particularmente, Sonia e Nice.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Amanhã retoma a pauta de reivindicações no Santander

Estas são as reivindicações das trabalhadoras e trabalhadores do Santander e que estarão em debate amanhã, às 15 horas, em São Paulo, na reunião entre Contraf-CUT, entidades sindicais e Afubesp. É a retomada do CRT- Comitê de Relações Trabalhistas do Santander, um fórum de negociação permanente conquistado no acordo aditivo à convenção coletiva.

Veja a pauta de reivindicações:

  • Imediata contratação ou realocação de funcionários para as agências;
  • Fim das metas individuais;
  • Fim das metas para os caixas e os funcionários da área operacional das agências;
  • Fim das reuniões diárias para a cobrança de metas nas agências;
  • Venda responsável de produtos financeiros;
  • Direito ao gozo de 30 dias de férias sem fracionamento.

Previdência complementar


Outra demanda dos trabalhadores é a melhoria da previdência complementar, através de uma série de propostas:


a) manutenção de patrocínio


A representação reivindica o compromisso do banco pela manutenção do patrocínio dos fundos de previdência: Sanprev e Bandeprev


b) contribuições paritárias


A representação reivindica que as contribuições para os planos de previdência do Plano IV do Banesprev e Sanprev sejam paritárias entre patrocinadora e participantes.

c) Eleição dos Representantes dos Participantes


A representação reivindica a imediata instalação do processo eleitoral nos fundos de previdência Holandaprev e Sanprev para a eleição dos representantes dos participantes em todas as instâncias (diretoria executiva, conselhos e comitês) a exemplo do que ocorre no Bandeprev e Banesprev.


d) Estatutos e Regulamentos


A representação reivindica que seja disponibilizada para as entidades sindicais cópia dos estatutos e regulamentos dos planos de previdência existentes no Santander Brasil, bem como a composição da diretoria
.

REUNIÃO DA COE

Amanhã, antes do CRT, a Contraf-CUT realiza reunião da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, às 9h30, na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo, para preparar a negociação.

sábado, 15 de maio de 2010

Rosalina presidenta dos bancários do Pará!

Rosalina presidenta, na primeira fala logo após a proclamação da chapa vencedora à direção do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá. A apuração finalizou ontem à noite e o placar das urnas é este:

chapa 1, a nova direção - 1.881 votos
chapa 2, - 1.664 votos
nulos - 61 votos
brancos - 21 votos
Diferença: 217 votos

A posse vai acontecer dia 26 de maio, mas a festa, com a banda Sayonara, será dia 2 de junho, véspera do feriado.

Pra comemorar mais essa vitória da democracia, da vontade da categoria!

Parabéns, nova direção! Vamos em frente que a luta continua!

"Hoje eu acordei com uma vontade danada
de mandar flores ao delegado

de bater na porta do vizinho e desejar bom dia

de beijar o português da padaria" (Zeca Baleiro, Telegrama).
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Agradecimentos especiais do Arte Bancária:
  • Contraf-CUT (Abelha, Carlão, Marcel, Pirotti);
  • FETEC-Centro Norte (Sônia Rocha, Nice);
  • Seeb-Brasília (Adilson, Frazão, Edmilson, Washington);
  • FENAE (Ari, Gaio);
  • Seeb-RJ (marcelinho);
  • Feeb-RS (Carrion);
  • a todos os sindicatos combativos do país;
  • a toda a categoria bancária do Pará e Amapá;
  • à imprensa que deu cobertura de todo o processo eleitoral;
  • aos trabalhadores e trabalhadoras que estiveram na organização e apoio da eleição;
  • a chapa de oposição que fortaleceu esta vitória, ao participar do processo;
  • a classe trabalhadora que nunca perde a esperança e nos inspira a continuar na luta!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Final da apuração é hoje.Chapa 1 na cabeça! Obrigada, Brasil!

"Hoje eu acordei com uma vontade danada

de mandar flores ao delegado

de bater na porta do vizinho e desejar bom dia

de beijar o português da padaria" (Zeca Baleiro, Telegrama)


É com esse sentimento de alegria que o Arte Bancária diz bom dia a todos e todas que participaram ativamente da eleição dos bancários e bancárias do pará e Amapá.


Hoje, no finalzinho da tarde, será o final da apuração, uns 70 votos que faltam ser contados e que não interferem mais no resultado. Vai ser o referendo formal das urnas, sagrando a chapa 1 como a nova direção do Sindicato. A posse deve ocorrer ainda este mês ou, no máximo, no comecinho de junho.

Agradecimentos a companheiras e companheiros como Sônia Rocha, da FETEC, Abelha, da Contraf-CUT, à galera animada e valente de Brasília (Frazão, Adilson, Edmilson e Washington), a Nice ,de Mato Grosso, Marcel e Carlão, da Contraf-CUT. No dia 6 de maio, já havíamos antecipado a gratidão.

Nosso muito obrigada à categria bancária, à rede sindical combativa do país inteiro que nos apoiou desde sempre com muita intensidade nesse processo eleitoral.É bom a gente se sentir parte, sentir acolhimento e que nosso grito ecoa solidariamente por todo o país.

Hoje é dia de festa e de comemoração. A partir das 6 da tarde, na sede do Sindicato.

Obrigada, Brasil. obrigada classe trabalhadora, obrigada categoria bancária e do ramo financeiro!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Contraf denuncia ganância dos bancos


Bancário durante a votação. Ao fundo, a companheira Nice, do Seeb-MT.


Apuração é nesta sexta
Depois de amanhã, dia 14, sexta-feira, termina finalmente a apuração dos votos à eleição dos bancários Pará e Amapá. Falta ser apurado apenas 70 votos , o que não muda mais o placar das urnas: chapa 1 na cabeça e no coração da categoria pelos próximos 3 anos. À frente, a companheira Rosalina Amorim e como vice, Serginho Trindade.

Confira toda a notícia aqui.

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O sistema financeiro que não serve
Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, denunciou a ganância dos bancos, citando a política diferenciada do HSBC e Santander que "chegam a cobrar aqui taxas de juros até 10 vezes maiores do que nos países onde ficam as suas sedes".

A denúncia foi feita durante o lançamento do livro "Sistema Financeiro e Desenvolvimento no Brasil", em São Paulo, na comemoração dos 87 anos do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

Quem tiver interesse em ter um exemplar do livro, é só escrever para o e-mail sese@spbancarios.com.br

Leia mais aqui.
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terça-feira, 11 de maio de 2010

Com greve e luta impedimos a privatização da Petrobrás no governo FHC, há 15 anos.

Há 15 anos, no dia 3 de maio, os petroleiros iniciavam a mais longa greve da história da categoria. Uma greve de 32 dias, que tornou-se o maior movimento de resistência da classe trabalhadora à política neoliberal e entreguista do PSDB e do DEM (então PFL). Uma greve que foi fundamental para impedir a privatização da Petrobrás e, assim, evitar que Fernando Henrique Cardoso aplicasse no Brasil o mesmo receituário que levou a Argentina à falência, principalmente, em função das privatizações de todas as estatais de energia e petróleo.

Durante a greve de maio de 1995, os petroleiros resistiram às manipulações e repressões do governo e à campanha escancarada da mídia para tentar jogar a população contra a categoria. Milhares de trabalhadores foram arbitrariamente demitidos, punidos e enfrentaram o Exército, que, a mando de FHC, ocupou com tanques e metralhadoras as refinarias da Petrobrás. A FUP e seus sindicatos foram submetidos a multas milionárias por terem colocado em xeque os julgamentos viciados do TST, que decretou como abusiva uma greve legítima e dentro da legalidade. Além de ter impedido a privatização completa da Petrobrás, como queriam os tucanos e demos, a greve de maio de 95 despertou um movimento nacional de solidariedade e unidade de classe, fazendo ecoar por todo o país um brado que marcou para sempre a categoria: “Somos todos petroleiros”.

A história da greve

Na década de 90, com o avanço do projeto neoliberal, os trabalhadores da Petrobrás enfrentaram os maiores ataques da história da categoria. Ao tomar posse em 1995, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em aliança com o PFL (atual DEM), aprofundou o desmonte do Estado, atacou os direitos dos trabalhadores, arrochou salários e criminalizou os movimentos sociais. O estratégico setor petróleo era o mais cobiçado pelos neoliberais. Mal assumiu o governo, FHC enviou ao Congresso um projeto de emenda constitucional que visava acabar com o monopólio da Petrobrás sobre a exploração e produção de petróleo.

Para se contrapor à política de privatização e ataques aos trabalhadores, as categorias do setor público decidiram realizar uma greve unificada. No dia 03 de maio de 1995, os petroleiros aderiram em massa ao movimento, somando-se aos eletricitários, telefônicos, trabalhadores dos Correios e servidores federais. Além da recuperação das perdas salariais e da preservação de direitos, os trabalhadores lutavam contra a quebra dos monopólios do petróleo e das telecomunicações.

O movimento unificado, no entanto, foi perdendo força e os petroleiros acabaram sustentando a greve sozinhos por 32 dias. Mais de 90% da categoria cruzaram os braços nas refinarias, nas plataformas, nos terminais de distribuição e nas unidades administrativas da Petrobrás. Os trabalhadores se revezavam para garantir o abastecimento básico da população e preservar os equipamentos. Mas a imprensa fazia terrorismo, acusando os petroleiros pela falta de derivados de petróleo e, principalmente, do gás de cozinha.

Apesar da legitimidade das reivindicações da categoria, que exigia o cumprimento de acordos pactuados em 1994, o Tribunal Superior do Trabalho julgou a greve abusiva em seu sétimo dia. Os petroleiros não se intimidaram. Nem mesmo quando a direção da Petrobrás anunciou em 11 de maio a primeira lista de demitidos. Antônio Carlos Spis, coordenador da FUP, liderava a relação de 25 nomes que a empresa comunicou à mídia. A repressão do governo FHC estava apenas começando. No dia 24, o Exército ocupou as refinarias no Paraná (REPAR), Paulínia (REPLAN), Mauá (RECAP) e São José dos Campos (REVAP). No dia seguinte, os petroleiros receberam seus contracheques zerados.

A categoria continuava impassível. Resistência era a palavra de ordem entre os trabalhadores. Quanto mais o governo endurecia, mais os petroleiros resistiam. O movimento ganhou o apoio de centenas de sindicatos, estudantes, parlamentares, movimentos sociais do Brasil e do exterior. No 23º dia da greve (26 de maio), o TST julgou mais uma vez a paralisação abusiva e impôs multas milionárias à FUP e aos sindicatos: R$ 100 mil por cada dia não trabalhado!

No dia 31 de maio, a CUT promoveu o Dia Nacional de Solidariedade à greve dos trabalhadores da Petrobrás. Somos todos petroleiros, bradavam as demais categorias em passeatas pelo país afora. No dia seguinte, uma frente parlamentar foi formada por representantes de vários partidos, com o compromisso de intermediar a reabertura das negociações com a empresa. Só assim, a direção da Petrobrás aceitou voltar à mesa de negociação e comprometeu-se a cancelar as punições e a parcelar o desconto dos dias parados. A FUP indicou a suspensão da greve no dia 02 de junho, o que foi aprovado pela categoria em todo o país, com exceção dos 300 trabalhadores que ocupavam a RPBC, em Cubatão. Eles só deixaram a refinaria no dia seguinte (3 de junho), cantando o hino nacional e cobertos pela bandeira brasileira, em uma das mais emocionantes cenas da greve de 1995.

Mesmo com o fim da greve, os sindicatos e a FUP tiveram suas contas bloqueadas, o repasse das mensalidades dos associados retido e os bens penhorados. Cada um dos 20 sindicatos que participaram do movimento recebeu multas de R$ 2,1 milhões. Ao todo, 73 trabalhadores foram demitidos, entre eles vários dirigentes sindicais. Mais de mil petroleiros foram punidos, a maioria com suspensões de até 29 dias. Para manter-se na luta, alguns sindicatos foram obrigados a atuar quase que em clandestinidade. Tamanha repressão sofrida pelos trabalhadores e pela organização sindical só havia ocorrido no Brasil durante a ditadura militar.

A máscara da social democracia do PSDB foi derrubada pelos petroleiros no primeiro grande enfrentamento dos trabalhadores contra o projeto neoliberal. O caráter repressivo do governo de Fernando Henrique Cardoso ficou evidente na criminosa demissão dos dirigentes sindicais e nos canhões dos tanques do Exército apontados contra os trabalhadores nas refinarias. Mesmo com toda a truculência dos tucanos e demos (então PFL), dos julgamentos viciados do TST, da campanha mentirosa da mídia, da manipulação dos estoques de combustíveis pelas distribuidoras, entre tantos outros ataques, a greve de 32 dias dos petroleiros, em maio de 1995, foi essencial para a história recente do sindicalismo no Brasil. A categoria pautou na sociedade importantes discussões políticas, como o direito de greve, a livre negociação, o papel da Justiça do Trabalho e a liberdade de organização sindical.

A armação do gás

Em novembro de 1995, o Tribunal de Contas da União concluiu que as distribuidoras foram responsáveis pelo desabastecimento de gás durante a greve dos petroleiros. Fato que já era, inclusive, de conhecimento da própria Petrobrás, segundo admitiu três anos depois o superintendente de Recursos Humanos da empresa, José Lima Neto: “Não era de interesse da Petrobrás na época acionar as distribuidoras por terem sonegado o gás de cozinha”, informou em entrevista ao jornal do DCE da USP.

Reintegração dos demitidos

O primeiro Congresso Nacional da Federação Única dos Petroleiros foi realizado em agosto de 1995, dois meses após a greve histórica protagonizada pela categoria. Uma das principais resoluções do Congresso foi a luta pela reintegração dos 88 trabalhadores demitidos nas greves de 1994 e de maio de 1995. Mais do que um objetivo implacável, o retorno destes petroleiros transformou-se em questão de honra que a FUP perseguiu incansavelmente ao longo de todos os anos seguintes.

Somente em 2003, após as mudanças políticas que aconteceram em função da eleição do presidente Lula, é que as demissões e punições começaram a ser revistas pela Petrobrás. A FUP, através de participação em comissões interministeriais e da postura firme nas campanhas reivindicatórias, garantiu a anistia de 88 demissões, 443 advertências, 269 suspensões e 750 punições de trabalhadores que participaram das greves de 94 e 95. Além disso, a luta pela anistia trouxe de volta aos quadros da Petrobrás mais de mil trabalhadores das extintas Interbrás, Petromisa e Petroflex.

Anistia das multas impostas aos sindicatos

Após ter vetado em abril de 1996 o projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional de anistia das multas arbitrárias impostas pelo TST, o tucano FHC tentou, mais uma vez, barrar a anistia, dois anos depois. Alguns sindicatos já estavam na iminência de terem seus bens leiloados pelo Tribunal, em mais uma das explícitas demonstrações de abuso de poder por parte do governo do PSDB/DEM. Prevendo o desgaste político que sofreria, o presidente Fernando Henrique recuou e sancionou, parcialmente, a lei de anistia, em julho de 1998, vetando o artigo que dava direito aos sindicatos de receberem de volta os valores retidos pelo TST desde 1995.
Fonte: CUT.

Caixa e BB têm encontro neste sábado 15

É chegada a hora dos bancários de todo o país iniciarem as deliberações para a Campanha Salarial desse ano, e quem dá a largada são os bancários (as) do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal do Pará e Amapá que se reúnem neste sábado 15, no Hotel Itaoca em Belém - Av. Presidente Vargas, 132 - Centro.

Os Encontros Estaduais têm o objetivo de definir as propostas específicas de cada banco e eleger os delegados e delegadas que irão representar a categoria no 21º Congresso Nacional de Funcionários do Banco do Brasil e o 26º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa, ambos agendados para o período de 28 a 30 de maio, em São Paulo.

Durante o Encontro dos funcionários do Banco do Brasil será discutido também, os temas da pauta do Congresso Nacional: Saúde e Condições de Trabalho; Papel do Banco do Brasil e Sistema Financeiro Nacional; Plano de Carreira, Cargos e Salários; Remuneração e Jornada; e Organização do movimento.

Já os empregados da Caixa Econômica Federal debatem o Papel do banco no desenvolvimento social do Brasil; Organização do movimento; Isonomia; Carreira, Funcef/ Prevhab; Aposentados, Reestruturação da Caixa, Segurança Bancária, entre outros temas.

“O evento está aberto à participação de empregados da ativa e aposentados, e é o momento onde a categoria do Pará e Amapá tem a oportunidade de discutir as realidades locais que serão apresentadas durante os Congressos Nacionais, por isso a importância da participação de todos durante os eventos deste sábado', destaca o presidente do Sindicato, Alberto Cunha.

Fonte: Bancários PA/AP

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