segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Regra básica total da PLR da Fenaban será paga dia 3 na Caixa

Direção do banco irá creditar o total do valor definido com a Fenaban.



A direção da Caixa Econômica Federal confirmou que vai pagar na terça-feira 3 de novembro a totalidade da regra da federação dos bancos (Fenaban) para a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para os seus empregados. O restante vem em março. A regra básica da Fenaban consiste em 90% do salário mais R$ 1.024, limitada a teto de R$ 6.680.

Os trabalhadores da Caixa fizeram 28 dias de greve, encerrada em 21 de outubro. Além da melhoria na PLR que deve variar entre R$ 4 mil e R$ 10 mil ou a regra da Fenaban, o que for melhor, os empregados conquistaram a contratação de mais 5 mil bancários e abono de R$ 700 distribuído linearmente entre todos os trabalhadores, a ser pago na folha de janeiro. Os bancários da Caixa também terão direito a reajuste salarial de 6% (1,5% de aumento real). Não haverá desconto de nenhum dos dias parados, mas compensação até 18 de dezembro.

Fonte: Seeb-SP

Banpará assina acordo na próxima sexta. E hoje está na conta a PLR e o tíquete.

Na próxima sexta-feira, dia 30, será assinado o acordo coletivo entre ContrafCUT e Banpará. Ainda não sabemos o horário, mas hoje foi creditada a primeira parcela da PLR, deduzido o adiantamento de R$ 1.000,00. Também entrou o valor de tíquete extra, de R$410,00.

As diferenças da PLR e reajuste chegam ao funcionalismo no dia em que o Banpará completa 48 anos de existência. Tempo marcado pela luta do funcionalismo em prol da instituição.

O acordo a ser firmado na próxima sexta-feira é um dos melhores do país. Merece registro a luta da categoria e a capacidade de negociação das entidades.

Às bancárias e bancários do Banpará, inclusive aposentados, o grande abraço da Articulação Bancária, com o sabor quente da ternura, como diz nosso poeta Thiago de Mello.




domingo, 25 de outubro de 2009

CPI do MST: bloqueio de qualquer possibilidade de reforma agrária

Por Gilson Caroni Filho, publicado na Carta Maior.

A CPI do MST é a resposta dos setores mais reacionários da sociedade brasileira a uma conjuntura política que, ao contrário das anteriores, facilita o processo de emancipação dos trabalhadores rurais da tutela do proprietário da terra, permitindo-se pensar em projetos de democracia moderna no Brasil.

Caixa tem de indenizar bancária com LER


A decisão tomada pela Justiça do Trabalho de Minas Gerais beneficia bancária da Caixa aposentada por invalidez, por ter adquirido LER (Lesão por Esforço Repetitivo).
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O relator do caso constatou que a doença tem relação com a atividade exercida. O valor da indenização por danos morais é de R$ 85 mil.

Após 20 anos como caixa executiva, fazendo até 500 autenticações por dia no balcão, a bancária adquiriu lesões nos músculos do ombro, pescoço e coluna vertebral, além de ter afetado a vida emocional.

Por considerar que teve contradição do perito oficial, a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho confirmou a decisão do TST.

Insensatez - Fernanda Takai

Pra começar bem o domingo e antes de dar um pulo na Corrida do Círio, logo mais.

sábado, 24 de outubro de 2009

Licença-maternidade de seis meses é direito

A Campanha Nacional 2009 da categoria bancária conquistou cláusula na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) por meio da qual os bancos devem estender a licença-maternidade de suas funcionárias de quatro meses para seis meses.

No Banpará, além dos 6 meses de licença-maternidade as bancárias grávidas terão direito ao horário de amamentação especial em até 270 dias.

Para a secretária-geral do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvândia Moreira, "essa é uma bandeira antiga das trabalhadoras e que se consagra agora com a Convenção Coletiva.É uma questão de cidadania e de saúde pública, já que está comprovado cientificamente que os bebês amamentados por um período maior são adultos mais saudáveis”, finaliza.

Fonte: Seeb-SP com redação da Arte Bancária.

Quanto tempo vais viver?

Quem vive mal-humorado, se estressa com facilidade e, principalmente, fica preso a acontecimentos do passado pode perder alguns anos, segundo a psicóloga e professora da PUC - Rio, Tereza Erthal. “Para essas pessoas, a vida se torna um fardo duro de suportar e, consequentemente, o tempo de duração fica reduzido, proporcional as suas preocupações. Tais pessoas não vivem o presente, mas o passado que não foi bem resolvido ou o futuro que causa apreensão. A melhor forma de viver é no aqui e agora”, aconselha Erthal.

O estudo destaca também a facilidade com que as mulheres se sociabilizam, sendo mais agradáveis que os homens. A psicóloga da PUC concorda e acredita que o sexo feminino está no caminho certo. “As relações sociais são muito importantes para podermos aprender mais sobre nós mesmos e sobre os demais. A partir da interação com pessoas, formamos conceitos, criamos valores, descobrimos as diferenças e semelhanças".

Lê aqui a íntegra do artigo, de Maria Fernanda Schardong
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