Ficou bastante destruído o posto do Banpará de Brejo Grande do Araguaia, assaltado ontem à tarde por uma quadrilha de assaltantes que já entrou atirando no posto bancário e arrebentou os caixas eletrônicos para consumar o furto. E o assalto deixou muito abalados os colegas que estavam presentes no psoto naquela hora. Foram já pelo Sesmt do banco. O PAB - Posto de Atendimento Bancário de Brejo Grande é vinculado à agência de Marabá e a distância entre o Brejo e Marabá é de 110 quilômetros.
Heidiany Katrine, diretora do Sindicato dos Bancários e responsável também pela região de Carajás, informou ao Arte Bancária que é frequente a incidência de assaltos nos bancos daquela região, muito insegura, tornando a profissão de bancário um risco maior do que já é, intrinsecamente. "Ainda bem que nenhum colega ou cliente foi ferido ou morto, mas esse assalto evidencia a urgente necessidade de maior segurança pública e também segurança bancária, pois os colegas bancários têm sua vida exposta diariamente dentro do local de trabalho, ou quando estão em suas casas. É preciso e já mais segurança, falou Heidiany.
O assalto - Os assaltantes entraram no posto bancário ontem à tarde, logo após a chegada do carro forte que trouxera o numerário. Só o caixa estava no posto e foi coagido a abrir o cofre e levado como refém e abandonado numa fazenda. Entraram atirando e quebraram os caixas eletrônicos. Levaram o dinheiro e deixaram atrás de si um rastro de destruição e terror.
O SESMT e a área de segurança do banco estiveram no local, emitiram a CAT - Comunicação por Acidente de Trabalho e prestaram assistência aos trabalhadores. A gerente do banpará de Marabá também esteve no PAB de Brejo Grande.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Assalto ao Banpará Brejo Grande
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Morda o leão antes que ele te morda!
- AEBA faz 24 anos hoje. O Arte Bancária cumprimenta a associação de luta! Parabéns e muito fôlego pra atravessar a conjuntura!
- Eixo de luta da CUT:
- 1) aprovação da Política de Valorização do Salário Mínimo
- 2) Valor do salário mínimo em 2011, com aumento de seu valor para R$ 580, considerando como excepcionalidade a negociação para este ano, fruto da crise financeira que derrubou o PIB de 2009;
- 3) correção da tabela do imposto de renda; e
- 4) Política de valorização das aposentadorias para quem ganha acima do salário mínimo.
- A CUT também critica duramente, aliás repudia as decisões da política macroeconômica de manutenção de elevadas taxas de juros, o que atenta contra o desenvolvimento sustentável, gerador de emprego e renda. Juros altos apenas servem aos interesses do capital especulativo, encarecem o crédito e comprimem o mercado interno.
- Com o mote “Morda o leão antes que ele te morda”, os bancários de São Paulo realizaram protestos em três grandes concentrações de bancos em São Paulo e Osasco, para cobrar a correção da tabela do imposto de renda e evitar que os salários sejam corroídos pelo tributo. Nesta sexta 4 tem reunião sexta-feira 4, no Escritório da Presidência da República, em São Paulo. Além dos representantes dos trabalhadores, participam os ministros da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, do Trabalho, Carlos Lupi, e da Fazenda, Guido Mantega.
- A reivindicação das centrais é de que a tabela do IR seja corrigida pelo menos de acordo a inflação de 2010, calculada em 6,47% pelo INPC.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A luta contra o assédio moral é vitória nossa e precisa chegar também ao banco da Amazônia
ContrafCUT e mais de 50 sindicatos assinaram ontem, com a Fenaban, o Programa de Combate ao Assédio moral, que é a praga que mais envenena a saúde dos bancários e bancárias. Então, o programa assinado ontem é uma vitória da luta da categoria em nível nacional, tendo à frente à ContrafCUT e em cada cidade, em cada Estado, o sindicato da categoria e o olhar vigiliante de cada bancário, de cada bancária.
O assunto ganhou destaque no Jornal Nacional de ontem. Clique aqui para ver a reportagem do Jornal Nacional.
Já no Banco da Amazônia ... Enquanto a nossa Confederação assina o programa de combate ao assédio moral, aqui na Amazônia, a diretoria do Banco da Amazônia aprofunda o assédio moral, rasga a Consituição Federal e as leis trabalhistas, colocando em vigor um primor de desrespeito, atentado aos direitos, já batizado pela AEBA como AI-5 dos bancários. Estamos falando da NP-118, a normal de pessoal modificada este ano e que o Arte Bancária denunciou É a famigerada NP 118 que traz, dentre outras pérolas:
CAPAF - Sindicato do Pará, Aeba e Aaba promoveram vários debates sobre a CAPAF e o plano que está sendo ofertado. FIca a pergunta: por que a Capaf não apresenta o documento das garantias. Entidades apresentaram esses e outros questionamentos. Participaram do evento promovido pelo Seeb-Pará, o vice-presidente da Anapar, Sasseron e sindicatos de Rondônia (Socorrinho), Brasília (Frazão), Amapá (Edson Gomes), além da presidenta da FETEC-Centro Norte, Sônia Rocha.
Sexta cultural - E como hoje é sexta-feira, primeiro final de mês do ano, o Seeb-Pará promove a Sexta Cultural, com música ao vivo e a gelada a preço de custo. Vamos lá, depois de uma semana de intensos debates, lutas e vitórias. Afinal, ninguém é de ferro!
Bom final de semana!
O assunto ganhou destaque no Jornal Nacional de ontem. Clique aqui para ver a reportagem do Jornal Nacional.
Já no Banco da Amazônia ... Enquanto a nossa Confederação assina o programa de combate ao assédio moral, aqui na Amazônia, a diretoria do Banco da Amazônia aprofunda o assédio moral, rasga a Consituição Federal e as leis trabalhistas, colocando em vigor um primor de desrespeito, atentado aos direitos, já batizado pela AEBA como AI-5 dos bancários. Estamos falando da NP-118, a normal de pessoal modificada este ano e que o Arte Bancária denunciou É a famigerada NP 118 que traz, dentre outras pérolas:
- a proibição expressa que no local de trabalho se fale de política;
- dá ao gestor imediato o poder supremo de tirar a gratificação de função do colega subordinado,;
- impede o bancário de receber adiantamento salarial, abono assiduidade, se estiver respondendo a processo disciplinar;
- pode demitir bancário que esteja com o orçamento financeiro desequilibrado.
CAPAF - Sindicato do Pará, Aeba e Aaba promoveram vários debates sobre a CAPAF e o plano que está sendo ofertado. FIca a pergunta: por que a Capaf não apresenta o documento das garantias. Entidades apresentaram esses e outros questionamentos. Participaram do evento promovido pelo Seeb-Pará, o vice-presidente da Anapar, Sasseron e sindicatos de Rondônia (Socorrinho), Brasília (Frazão), Amapá (Edson Gomes), além da presidenta da FETEC-Centro Norte, Sônia Rocha.
Sexta cultural - E como hoje é sexta-feira, primeiro final de mês do ano, o Seeb-Pará promove a Sexta Cultural, com música ao vivo e a gelada a preço de custo. Vamos lá, depois de uma semana de intensos debates, lutas e vitórias. Afinal, ninguém é de ferro!
Bom final de semana!
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Capaf: cadê o contrato que garante o plano?
- Por que motivo a minuta do Termo de Compromisso do plano da CAPAF que está aprovado desde agosto de 2010 pela Previc não é entregue pelas diretorias do Banco da Amazônia e CAPAF para os interessados?
Por que motivo? E como exigir uma adesão se não se mostra o contrato?
Ontem, houve debate intenso sobre as possbilidades na sede da AEBA, e com a presença do dr Castagna Maia, Sindicato do Pará, Brasília, do Maranhã, FETEC-Centro Norte, AABA e mais a categoria. Hoje pela manhã, a Associação dos Aposentados (AABA) promove debate no CAN. Às 14 horas, o Seeb-Pará também convida a categoria para ouvir a Capaf e sua consultoria Delloite, Anapar e o próprio Banco da Amazõnia. Na Matriz do banco, às 14 horas.
Vamos lá. É hora de ouvir, indagar, cobrar. Ainda não é tempo de aderir e muito menos às cegas, como quer a Capaf e a diretoria do banco da Amazônia. É uma decisão pra vida toda e pros familiares e dependentes de cada bancário, de cada bancária.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Capaf, salário mínimo, Imposto de Renda e combate ao assédio moral


Este 26 de janeiro é um dia símbolo de muitas lutas e vitórias. E de agenda sindical intensa. Confira:
- Aqui em Belém, hoje a Aeba promove um debate, às 18:30 sobre a Capaf e o fundo de pensão que o Banco da Amazônia está oferecendo aos participantes. Presente, o especialista em previdência complementar e advogado das entidades sindicais, dr. Castagna Maia. Amanhã, na sede do Banco da Amazônia, o Seeb-Pará também promove debate sobre o tema, às 14. Tanto o debate promovido pela AEBA (hoje) e o do Sindicato (amanhã) prometem.
- Hoje, a nossa ContrafCUT completa 5 anos de existência e assina, à tarde, em Sampa - junto com 50 sindicatos - um acordo inédito com a Fenaban : definição de um canal específico para apurar as denúncias de assédio moral dos funcionários e que poderão ser encaminhadas pelos sindicatos aos bancos.O instrumento está previsto na convenção coletiva e é uma grandes vitórias da campanha nacional 2010.
- Hoje à tarde, às 16:30, em Brasília, a CUT e demais centrais sindicais estarão reunidas com o Secretário- Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Entidades discutirão o reajuste do salário mínimo de R$ 510 para R$ 580. Conforme anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo propõe R$ 545, valor que cobre apenas a inflação de 6,47% medida em 2010 pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e que, portanto, não representa aumenta real para o trabalhador.
- Também estarão na pauta o repasse de 80% do valor que for definido para o mínimo aos aposentados que ganham mais de um salário e o reajuste da Tabela do Imposto de Renda, defasada em 64% em relação a 1995. Sem essa mudança, as conquistas das campanhas salariais acabam anuladas, já que os vencimentos são incluídos em uma nova faixa de contribuição e “comidos” pela Receita.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
O açoite diário no banco da Amazônia
As condições de trabalho nunca estiveram tão aviltadas e nunca foi tão desrespeitada a lei trabalhista como acontece hoje no banco da Amazônia. Sob intenso e contínuo açoite, assim tem trabalhado o funcionalismo do banco federal que se gaba em propaganda paga de ser o melhor da Amazônia. Resta saber pra quem.
Nas agências e Matriz, no mundo real, este tem sido o cotidiano do funcionalismo do Banco da Amazônia:
- poder de demitir na mão de cada gerente - mudou radicalmente - e pra pior - o conjunto de regras de comportamento profissional dos bancários e bancárias. Pra pior, porque agora fica apenas na mão de cada gestor o poder supremo de demitir o bancário, sem avaliação mais coletiva e sem chance de ampla defesa. Se o gestor acordar mal humorado, pode sobrar para o funcionário. Isso é flagrante desrespeito à Constituição Federal. As mudanças no Manual de Procedimentos (que agora ganhou o nome de NP 118 e já está em vigor) é um flagrante desrespeito às leis trabalhistas e aos direitos humanos. Alô, MP!
- aumento abusivo do plano de saúde sem ajuda por parte do banco - o PlanCasf, plano de saúde do funcionalismo do banco da Amazônia tem aumentado e muito acima da inflação nos últimos anos, pesando muito no orçamento de cada funcionário, em especial aquele que tem mais dependentes. E nada da diretoria do Banco da Amazônia entrar com a cota extra pra ajudar a fortalecer o plano de saúde do funcionalismo, até como política de administrativa de apoio à saúde dos seus. De novo, alô MP!
- terrorismo pra forçar a adesão ao plano da CAPAF - mesmo com a decisão judicial que obriga o banco a se abster da migração ao plano da Capaf, continua a pressão terrorista sobre cada funcionário para que venha a aderir ao plano.
Chove pressão de todos os lados, assédio moral, baixíssima autoestima e insegurança. É nesse clima que vive hoje o funcionalismo do Banco da Amazônia. No Basa, o povo vive, como diz a música do Chico Buarque, "falando de lado e olhando pro chão".
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Justiça suspende migração do plano da CAPAF, do Basa
No blog Espaço Aberto, dando conta que foi suspensa a migração do plano da Capaf, que a diretoria do banco da Amazônia vem tentando impor ao funcionalismo. E que este Arte Bancária vem denunciando faz é tempo:
Liminar concedida em Ação Cautelar pelo Tribunal Regiona do Trabalho do Maranhão suspendeu a migração para o novo Plano Saldado da Capaf, naquele Estado, por vir sendo feita na base do assédio moral e ameaças de fechamento daquele Fundo de Pensão, que tem como patrocinador o Banco da Amazônia.
O presidente da Aeba, Sílvio Kanner, está encabeçando uma frente de resistência aos métodos - que a entidade considera coercitivos - empregados pelo "eixo" Basa/Capaf/Deloitte na tentativa deimplantar o novo Plano Saldado "na base da ameaça e do terrorismo".
O advogado Castagna Maia, de Brasília, especialista na área de previdiência complementar, com reputação nacional, irá ingressar com Ação Cautelar com pedido de Liminar para também interromper o processo de migração em todo o País.
A Deloitte, que está assessorando a implantação do novo Plano da Capaf, é a mesma Consultoria que assessorava o Banco Pan Americano, o de Sílvio Santos, que acabou quebrando no atoleiro da má gestão financeira.
Clique aqui para ler a íntegra da decisão judicial que concedeu a liminar.
Liminar concedida em Ação Cautelar pelo Tribunal Regiona do Trabalho do Maranhão suspendeu a migração para o novo Plano Saldado da Capaf, naquele Estado, por vir sendo feita na base do assédio moral e ameaças de fechamento daquele Fundo de Pensão, que tem como patrocinador o Banco da Amazônia.
O presidente da Aeba, Sílvio Kanner, está encabeçando uma frente de resistência aos métodos - que a entidade considera coercitivos - empregados pelo "eixo" Basa/Capaf/Deloitte na tentativa deimplantar o novo Plano Saldado "na base da ameaça e do terrorismo".
O advogado Castagna Maia, de Brasília, especialista na área de previdiência complementar, com reputação nacional, irá ingressar com Ação Cautelar com pedido de Liminar para também interromper o processo de migração em todo o País.
A Deloitte, que está assessorando a implantação do novo Plano da Capaf, é a mesma Consultoria que assessorava o Banco Pan Americano, o de Sílvio Santos, que acabou quebrando no atoleiro da má gestão financeira.
Clique aqui para ler a íntegra da decisão judicial que concedeu a liminar.
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