domingo, 8 de agosto de 2010

Um ótimo Dia dos Pais!

O Arte Bancária deseja a todos todos um ótimo Dia dos Pais. Aos que têm a felicidade de ter seus pais ao lado e aos que têm os pais na lembrança do afeto e do carinho.

Bom domingo e até amanhã!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Eis a pauta específica do Banpará

Já está aprovada a minuta geral de reivindicações da categoria e também a pauta específica do Banpará. Hoje e amanhã, o Seeb-PA/AP faz o planejamento de gestão e dia 21, encontro do Banco do Estado do Pará. E no dia 26, encontro do Banco da Amazônia, pra definir, com a sociedade e a categoria, como devem ser ambos os bancos. E assim, vai se estruturando e pegando um bom ritmo a nossa campanha nacional. Pra unir, mobilizar e avançar!

Veja a pauta específica do Banpará, que teve como palestrante, Cláudio Puty, que foi presidente do Conselho de Administração do Banpará por 3,5 anos.
(Texto e fotos abaixo do Seeb-Pa/AP)
Genuinamente paraense, assim é o Banpará, que a cada ano cresce, em lucros e novas agências; mas para os seus 1165 funcionários o crescimento ainda não chegou até eles e como principais atores dessas conquistas exigem melhorias, deliberadas e aprovadas durante o II Encontro dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Banco do Banco do Estado do Pará realizado na segunda-feira (2) no Hotel Beira Rio em Belém.

Ex-presidente do Conselho de Administração (Consad) do Banco, durante 3 anos e meio, e também Dr. em Economia, Cláudio Puty falou do aumento dos lucros do Banpará que em 2006 era de R$ 6 milhões de reais, enquanto que nesses 3 anos chegou a 30, 40 milhões de reais.

“Um dos principais motivos para tal crescimento está no investimento que foi feito, na rede de serviços oferecida pelo banco que não vai ser federalizado e muito menos privatizado”, garante Puty, que apontou rumos para fortalecer ainda mais o Banpará junto à sociedade e como agente de desenvolvimento e fomento, em um momento em que o Pará cresce a mais de dois dígitos e com uma nova economia em todas as áreas.

“Encontros como esse são de extrema importância para os empregados do banco, pois é um momento de construção que requer o debate e a união para no fim toda a categoria ser contemplada com o que for aprovado nas mesas de negociação”, afirma Raimundo Lobato, caixa no município de Breves, oeste do Estado.

Pensando na necessidade e na importância de mais encontros, e não só para os bancários, mas para a sociedade como um todo, está marcado para o dia 21 de agosto, o I Seminário do Banco do Estado do Pará. “O objetivo desse seminário é garantir a participação de todo o funcionalismo do banco, bem como de toda a sociedade, na construção de propostas para o fortalecimento do Banco do Estado do Pará”, ressalta a presidente do Sindicato e diretora da Contraf-CUT, Rosalina Amorim.

PROPOSTAS APROVADAS

Saúde do Trabalhador e Segurança Bancária O Banpará, no final do ano passado, alterou algumas instalações em suas agências da capital. As poltronas e o monitor sequenciador de senhas mudaram de posição. Uma tevê com dicas de segurança redireciona o olhar de quem espera atendimento nos caixas do banco. E um painel de isolamento impede a visualização da altura dos ombros até as pernas das ações feitas por quem já é atendido. Iniciativa que deu certo e será proposta para outros bancos durante as mesas de negociações desse ano. A medida é fruto de várias reuniões do GT de Segurança do banco, do qual o Sindicato dos Bancários faz parte.

Para a ‘Segurança Bancária a categoria aprovou que em casos de assalto, a qualquer dependência do banco ou, seqüestro desde que relacionado às atividades desempenhadas, os empregados e familiares terão assistência médica e psicológica pelo tempo, conforme o caso e pelo tempo que for necessário, sob a coordenação do SESMT; emissão de Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT), para todos os envolvidos na ocorrência; indenização dos bens móveis subtraídos dos bancários durante seqüestros e assaltos no horário de trabalho; volta da proteção transparente nos caixas para coibir o furto, proibição de transporte de valores por empregados do banco e tratamento com caráter de emergência para as demandas de segurança, como reparo de porta giratória, revisão e reinstalação de câmeras de filmagens, adotando-se a dispensa, se necessário, de licitação.

No item Saúde do Trabalhador foi aprovado a implantação de plano odontológico, auxílio no valor de R$ 1.020,00 para funcionários que tenham dependentes com necessidades especiais, abono academia; reembolso de 70% do que for gasto com medicamentos de uso contínuo por doenças ocupacionais para todos os ativos e aposentados; intervalo de almoço de 1h para quem cumpre jornada de trabalho de 6h; criação de links nas páginas eletrônicas das entidades representativas da categoria, para que os bancários (as) possam fazer denúncias anônimas de assédio moral e sexual; e combate ao assédio moral e sexual e a todas as formas de violência organizacional.

Emprego e Remuneração
. Participação nos lucros e resultados, o banco seguirá integralmente o acordo aditivo assinado entre a Fenaban e a Contraf-CUT;
  • . Isonomia salarial para os comissionados;

  • . Valorização das comissões pagas atualmente, observando os valores pagos por outras instituições no mercado;

  • Reembolso mensal de valores gastos com transporte, combustível e ligações telefônicas realizados pelos funcionários devido suas atividades, independente dos mesmos possuírem função gerencial;

  • Licença prêmio de 90 dias para todos os funcionários, a cada 5 anos de trabalho;

  • Reembolso pelo fortalecimento do banco devido a doação de 20% do salário, realizado por 11 meses no ano de 1998;

  • Concorrência seletiva para o preenchimento de cargos comissionados, aberta ao conjunto de funcionários do banco, com divulgação de critérios claros e objetivos

  • O banco fica obrigado a estabelecer e divulgar critérios objetivos e transparentes para acesso às verbas do PDEB;

  • O banco distribuirá as vagas de cursos da Escola de Governo do Estado do Pará de forma equilibrada e transparente;

  • Seleção transparente de estagiários;

  • Implantação de senha eletrônica

  • Implantação do ponto eletrônico;

  • Implantação de sistema de assinatura digitalizada;

  • Criação do Plano de Função Gratificada (PFG);

  • Disponibilização de acesso aos empregados da capital e interior ao sitio da Contraf-CUT, Seeb PA/AP, Afbepa e Cafbep;

  • Implantação imediata da 2ª fase do PCS, conforme relatório definido pelo GT;

  • Incorporação no salário bruto de 10% da comissão a cada ano trabalhado;

  • Eleição para o Comitê Trabalhista, Disciplinar e Segurança, e Conselho de Administração;

  • Pagamento de quebra de caixa para os tesoureiros e coordenadores de caixa;

  • Prazo de 90 dias para efetivação dos funcionários em funções comissionadas;

  • Efetivação imediata dos funcionários comissionados que estão em trainne; ou na função há 3 meses ou 6 meses intercalados;

  • Reestruturação, no prazo máximo de 120 dias, de agências e PABs com um quadro reduzido de bancários;

  • Manutenção do ticket alimentação aos adoecidos, durante todo o período de licença;

  • Capacitação e formação trimestral de todos os empregados em suas respectivas funções;

  • Pagamento integral das horas extras;

  • Gratificação de 20% aos funcionários de nível médio que possuírem graduação (nível superior) ou adquirirem esta condição, e os de nível superior que concluírem pós-graduação e/ou especialização;

  • Parcelamento das perdas de caixa;

  • Implantação de cursos à distância para concorrer a comissões.

Fonte: Seeb-Pa/AP

Pra proteger o orçamento dos empregados, AEBA faz o trabalho que é da competência da direção do banco da Amazônia

Um retorno de 2% a 2,5% no orçamento de cada bancário e bancária do banco da Amazônia. É o esforço e a justiça social que a AEBA está fazendo, ao promover estudos para barrar contribuições previdenciárias e fiscais sobre o reembolso saúde. Era um trabalho que a diretoria do banco da Amazônia deveria desenvolver junto ao INSS em prol dos empregados, do bolso dos trabalhadores, mas não o faz, penalizando ainda mais os empregados.

Veja um exemplo:
  • aqueles bancários cuja contribuição à previdência social encontra-se abaixo do maior valor pago a título de INSS, de R$ 375,82 (11% do teto salário contribuição de R$ 3.416,54) descontam em seus contracheques de 8% a 11% ao mês sobre o referido reembolso, isso sem se considerar o impacto que tem o reembolso saúde no recolhimento do IRRF, que também são majorados, dependendo da faixa de sua remuneração em até 27,5% (rendimentos superiores a R$ 3.743,20), penalizando ainda mais os empregados e aposentados do Banco da Amazônia.
  • Ou seja, aqueles bancários que têm remuneração bruta em torno de R$ 3.500,00 descontam de UNSS e IRRF o valor de R$ 81,87 mensais equivalentes a 33% do reembolso saúde de R$ 248,09, sendo 11% de INSS mais 22% de IRRF, o que representa algo em torno de 2,34% de seu ganho mensal.
  • com o recolhimento das contribuições previdenciárias patronais - na faixa de 28,20% do gasto com o reembolso saúde (25,50% de contribuição patronal mais 2,70% de contribuições a terceiros), o Banco acaba reduzindo sua participação no programa de atenção à saúde de seus empregados, que tem um montante de recursos orçamentários definidos e alocados anualmente.
  • Segundo Sérgio Trindade, presidente da AEBA e vice do Sindicato Pará/Amapá, “esses 28,20% de responsabilidade da empresa e recolhidos ao tesouro nacional deveriam ser aplicados para melhorar o programa de saúde de seus empregados, que sofreram recentemente reajustes de até 84% no PlanCASF”.
A matéria toda você lê clicando aqui.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Banco da Amazônia decide o destino da CAPAF, mas esconde o assunto dos empregados!

O projeto de equacionamento do déficit técnico da CAPAF já foi decidido pelo Governo, há mais de um mês, conforme apurou a AEBA, mas, até agora, a direção do Banco não reuniu com as entidades representativas dos empregados para comunicar o que, efetivamente, foi aprovado do projeto original.

Como se sabe, a reestruturação dos planos previdenciários da CAPAF foi objeto de um termo de compromisso assinado em 31 de agosto de 2006, entre todas as entidades que representam e congregam os empregados e aposentados do Banco da Amazônia, com a direção do Banco e da CAPAF, estabelecendo dentre outros itens, que “...as condições apresentadas neste instrumento, relativas ao processo de reestruturação dos planos da CAPAF deverão ser cumpridas conjuntamente para que o projeto de reestruturação seja ao final implementado”.

Pelo mesmo instrumento, está claramente evidenciado o apelo no sentido de que “as partes acordam em envidar todos os esforços, atuando junto aos grupos de interesse que representam, a fim de que se consiga a correta compreensão de todos os que possam aderir à referida reestruturação dos planos”. Portanto, se trata de um documento que faz referências às boas intenções, onde prevaleça o reinado do bom senso e a força de vontade das partes, dispostas em resolverem essa angustiante questão.

Ocorre, agora, muito estranho, que a direção do Banco não dê a devida importância sobre a divulgação ao que foi aprovado pelo Governo Federal no que tange à CAPAF, incorrendo, a nosso ver, em descumprimento do que foi estabelecido pelas partes, fato que, com essa sua atitude, não só quebra com o apelo ao espírito de conciliação preconizado pelo Termo de Compromisso, como, também, está provocando inúmeras especulações negativas, que, aliás, já está ocorrendo no meio daqueles, tão angustiados por uma solução da CAPAF.

Por outro lado, além da estranheza, é profundamente lamentável como as entidades representativas dos interesses dos empregados e aposentados que assinaram o referido documento, onde se incluem: CONTRAF-CUT, FETEC-CN-CUT, CONTEC, FEEBNN, SEEB-PA/AP, SEEB-MA, SEEB-AM, SINTEC-TO, AEBA e AABA vêm sendo tratadas nesse processo, cuja a estratégia do Banco é o isolamento total das entidades. A desconsideração dos dirigentes do Banco é de tal monta, que em vários expedientes encaminhados, relatando as preocupações das entidades com os rumos dos acontecimentos, sequer mereceram respostas. Isso é a prova cabal que mostra até onde vai o desrespeito com a categoria.

Por fim, a AEBA manifesta nesta oportunidade, seu mais veemente protesto por tudo que está acontecendo e reafirma seu propósito de continuar lutando pelos interesses dos empregados, principalmente, com referência à transparência dos atos administrativos, onde estejam em jogo seus direitos.

SEM TRANSPARÊNCIA, NÃO EXISTE DEMOCRACIA!

Fonte: AEBA

Assembleia amanhã dá início à campanha salarial no Pará e Amapá

Agora é valendo!Depois dos encontros regionais em Santarém, Marabá e Macapá(AP); da conferência regional em Belém; dos encontros específicos do Banco da Amazônia e Banpará e da Conferência Nacional da categoria, amanhã tem assembleia geral para aprovar a pauta de reivindicações debatida pelos bancários e bancárias em todos os foruns.

E aí, começa a campanha salarial/nacional 2010 da nossa categoria!. Então, nesta quinta, às 7 da noite, na sede do Sindicato, vamos lá, aprovar a nossa pauta de reivindicações. É o começo da luta para construir, manter e ampliar nossos direitos!

Veja o edital de convocação, publicado no sítio do Seeb-PA/AP:

EDITAL ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA



Sindicato dos Empregados
em Estabelecimentos Bancários do Pará e Amapá, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 04985164/0001-76, Registro sindical nº MTIC 21816, por sua presidente abaixo assinada, convoca todos os empregados em estabelecimentos bancários dos bancos públicos e privados, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, para a assembléia geral extraordinária que se realizará dia 05/08/2010, às 18:30h, em primeira convocação, e às 19h, em segunda convocação, no endereço à Rua 28 de Setembro, nº 1210, Bairro do Reduto, Belém-PA, para discussão e deliberação acerca da seguinte ordem do dia:
I. Autorizar à diretoria para realizar negociações coletivas, celebrar convenção coletiva de trabalho, convenções/acordos coletivos aditivos, bem como convenção/acordos de PLR e, frustradas as negociações, defender-se e/ou instaurar dissídio coletivo de trabalho, bem como delegar poderes para tanto;

II. Discussão e deliberação sobre aprovação ou ratificação da minuta de pré-acordo de negociação e minuta de reivindicações da categoria bancária 2010 aprovada na 12ª Conferência Nacional dos Bancários;

III. Deliberar sobre desconto a ser feito nos salários dos empregados em razão da contratação a ser realizada;

IV. Outros assuntos de interesse da categoria profissional.


Belém (PA), 03 de agosto de 2010


ROSALINA DO SOCORRO FERREIRA AMORIM
Presidente


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Terror e assalto no Banpará Santarém

O colega do Banpará de Santarém, Ademar da Silva, viveu momentos de extremo terror, pois ele e sua família foram rendidos por assaltantes ainda durante esta madrugada, na casa do funcionário.

Nove assaltantes renderam Ademar e familiares, levaram-no de carro e rodaram muito tempo com ele por Santarém, enquanto exigiam informações sobre o sistema de segurança do banco.

Quem faz o relato do que se passou, é o competente Blog do Estado.

Ao todo, 13 assaltantes chegaram à agência do Banpará às 7:10 da manhã e consumaram o assalto em menos de uma hora, sem tiros, na manha. Levaram cerca de 1 milhão de reais em elegantes valises de couro. O chefe do banco trajava terno e gravata.

O gerente e seus familiares foram liberados na zona rural de Santarém, após o assalto e ao que apurou este blogue, o trauma está instalado na família.

Insegurança - Segurança, saúde e condições de trabalho é um dos itens de reivindicação da campanha nacional dos bancários em todo o país.

Nem a propósito, a insegurança bancária é constantemente denunciada pelo Sindicato dos Bancários e pelo funcionalismo do Banpará, como aconteceu ontem, no II Encontro dos Bancários e Bancárias do Banpará, em Belém, no hotel Beira Rio, quando a categoria aprovou a pauta específica de reivindicações. E segurança foi apontada como um quesito fundamental.

A Ademar, família e colegas de Santarém, a solidariedade da equipe que faz o Arte Bancária! (Fotos do Blog do Estado)



segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Banpará define prioridades

Hoje é o II Encontro do Funcionalismo do Banpará, para debater a pauta específica de reivindicações da categoria. Mais um ponto de organização da campanha nacional deste ano, que já está prontinha, já nos retoques finais antes do bloco ir pra rua.

Uma dica do dia, a leitura do artigo do Castagna Maia sobre os Correios.

ECT

No final do ano passado, estava em Porto Alegre e esperei em vão por um sedex dos correios. Eram medicamentos que estava precisando, remetidos de um laboratório de Brasília para Porto Alegre. A irresponsabilidade da ECT foi ao máximo. Não entregou medicação no prazo previsto, e nem 24 horas após, e nem 48 horas após. Esperou passar o feriado de natal para fazer a entrega. E fiquei sem medicamentos importantes. O mais extraordinário ainda estava por vir: tentei fazer reclamação, mas para isso é necessário saber o CNPJ e, se não me engano, o tal número de conhecimento. Se não tiver esses dados, a reclamação não é aceita. Aí tentei reclamar disso junto à ouvidoria: da impossibilidade de fazer reclamação. E, evidentemente, não consegui. Não aceitaram. Responderam por escrito: não podemos processar sua reclamação porque não constou o CNPJ do remetente.

II
A diretoria do Correio não só é incompetente, como busca esconder sua incompetência. Tem uma ouvidoria que não pode cumprir sua função porque pede dados absurdos, de regra não disponíveis para o destinatário. Há poucos dias vivi, novamente, o mesmo problema: o atraso na entrega de sedex.

III
Já quis escrever sobre isso naqueles momentos e também quando vi propaganda enganosa do sedex na televisão. Há poucos dias vi a notícia de que o Presidente da República chamou a diretoria dos correios à responsabilidade. E teria sido dado um prazo para regularização dos serviços. Pelo visto, não houve a apresentação do planejamento determinado.

IV
Agora à noite saiu a notícia: o presidente e um diretor da ECT foram demitidos. Já vão tarde. Talvez fosse o caso de uma demissão geral dos incompetentes da direção dos correios. Há longo tempo a direção dos correios vem sendo exercida tendo como critério primeiro a indicação política. Quando se congrega um critério assim a um corpo técnico eficiente, a entidade pode sobreviver. Quando a direção é meramente política e incompetente do ponto de vista administrativo, quem se desmoraliza é o governo.

V
Veio, enfim, a decisão do Presidente da República. Veio tarde, mas veio. É preciso reorganizar o correio, profissionalizar uma instituição que já foi modelo, que criou uma escola superior de administradores. Foi dado o primeiro passo.
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