sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Santander.Grupo volta com a velha dança dos números pra reduzir a PLR.

Crédito: Seeb São Paulo
Seeb São PauloMais uma vez a direção manipula os balanços no país e reduz pagamento da PLR dos trabalhadores brasileiros.
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Para o International Financial Reporting Standard (IFRS) e acionistas, lucro de R$ 3,9 bi nos três trimestres de 2009. Para calcular a Participação nos Lucros e Resultados dos trabalhadores brasileiros R$ 1,4 bi no período. Fazendo a velha dança dos números, que já está virando rotina na divulgação dos balanços do Santander, o banco manobrou mais uma vez para reduzir a PLR dos bancários, tirando o que seria direito em relação a todo trabalho empenhado durante o ano.

A manipulação lança mão da amortização de ágio relativo à aquisição do Real, somando no período R$ 2,096 bi.

Além da redução na participação nos lucros, para os bancários brasileiros sobram demissões. O balanço do último trimestre divulgado nessa quarta-feira 28 mostra que o banco espanhol fechou 2.301 postos de trabalho entre setembro do ano passado e o mesmo mês deste ano – de 54.415 para 52.114, uma redução de 4,2%. Ao mesmo tempo, a quantidade de clientes aumentou 6,1%, de 20.609 para 21.856, o que mostra que a sobrecarga de trabalho que já era grande ficou ainda maior.


A Contraf-CUT, entidades sindicais e Afubesp enviaram na quarta-feira, dia 28, um documento ao Santander Brasil, cobrando a retomada das negociações, "com a maior brevidade possível", para o aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2009/2010 e o Programa de Participação nos Resultados (PPR) do exercício de 2009. A segunda rodada, agendada para a última quinta-feira, dia 22, foi cancelada pelo banco na véspera e, após uma semana, nova data ainda não foi marcada.

Protesto contra a PLR sobre lucro menor

O Sindicato dos Bancários de São Paulo realizou na quarta-feira, dia 28, protesto (foto) contra a decisão do Santander de publicar balanços diferentes e pagar a PLR dos trabalhadores pelo lucro mais baixo, o que reduziu sensivelmente o pagamento aos bancários.

O primeiro protesto aconteceu logo nas primeiras horas da manhã, em frente ao Centro Administrativo Santander 3 (Casa 3), em Interlagos, onde trabalham cerca de 1.500 pessoas.

"Mais de 50 mil trabalhadores do banco, principais responsáveis pelos lucros do banco, estão na expectativa da continuidade das negociações sobre as reivindicações específicas, como emprego, melhoria das condições de trabalho, saúde, previdência complementar e ampliação das bolsas de auxílio-educação, dentre outras demandas", afirma o funcionário do Santander e secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr. "Não queremos entrar outra vez dezembro, janeiro e fevereiro adentro discutindo o aditivo e o PPR, como ocorreu no ano passado, e sim resolver agora com agilidade buscando a valorização do esforço dos trabalhadores", destaca.

No documento também foi solicitada a prorrogação dos aditivos do Santander e Real, com vencimento nesta sexta-feira, dia 30 de outubro, até a assinatura de novo instrumento coletivo. O Santander é o único banco privado que possui aditivo à convenção coletiva, construído após a privatização do Banespa, com vários avanços além das conquistas gerais dos bancários. Já o PPR representa mais uma forma de remuneração para os trabalhadores do banco.


Santander divulga outra vez dois balanços do terceiro trimestre

O Santander também anunciou na quarta-feira os resultados do terceiro trimestre de 2009. Novamente foram divulgados dois balanços, a exemplo do primeiro semestre, com dois lucros diferentes.

Um balanço apresenta lucro líquido no terceiro semestre de R$ 413,763 milhões. Segundo o banco, esse valor segue a norma contábil brasileira. Foi esse o balanço, com o resultado do primeiro semestre de R$ 1,6 bilhão, utilizado para o pagamento da antecipação da PLR, gerando protestos dos trabalhadores.

O outro balanço, conforme o banco, atende a regra internacional, IFRS, que passará a ser obrigatória por aqui apenas no próximo ano - para o resultado consolidado. Assim, pelas normas internacionais, o Santander registrou no terceiro trimestre um lucro líquido de R$ 1,472 bilhão, um crescimento de 92,1% em relação ao mesmo período de 2008. Com isso, o resultado acumulado nos primeiros nove meses do ano é de R$ 3,917 bilhões.

De acordo com o jornal Valor Econômico, as normas brasileiras e o IFRS têm formas diferentes para a apuração do lucro, mas a variação mais discrepante se dá na amortização do ágio das compras. No caso do Banco Real, essa diferença foi de R$ 979,458 milhões no terceiro trimestre. Na regra brasileira, o ágio precisa ser amortizado sistematicamente num período de dez anos.

Ainda segundo o jornal, de janeiro a setembro o banco já apropriou R$ 831 milhões em sinergias, dentro do esperado pela direção do grupo. A previsão é que até o fim do processo, em 2011, os ganhos atinjam R$ 2,7 bilhões.

"Queremos que a PLR dos bancários seja calculada sobre o lucro maior, pois foi esse balanço apresentado aos investidores no processo de abertura de capital e levou à captação de R$ 14 bilhões, na maior oferta de ações do mundo em 2009. Os trabalhadores reivindicam igualdade de tratamento", defende o diretor da Contraf-CUT.


Fonte: Contraf-CUT e Seeb-SP

A dor e a delícia de ser da luta e do Banpará.

Colega do Banpará,

O Caetano Veloso que me perdoe a cópia, mas eu vou falar da dor e delícia de ser da luta e do Banpará.

Dor de ter ficado um ano sem parte do salário para permitir o equilíbrio do banco em 1998;

Delícia de driblar a metralhadora giratória de FHC e garantir o emprego, a sobrevivência da instituição e a nossa, enquanto trabalhadores e trabalhadoras.

Hoje, 30 de outubro de 2009, no dia de sacramentar o acordo coletivo que já é uma referência de avanços e conquistas pra todo o movimento sindical no país,lembro da dor de fazer greve com mais cinco guerreiras em 1987, para assegurar que tivéssemos um plano de saúde, o PAS que, após essa greve, saiu do papel e virou realidade. Hoje, em 2009, a gente firma no acordo coletivo que é preciso um plano de saúde mais abrangente e sem a co-participação doída dos 12,5%¨.

Aquela greve solitária em 1987 só serve para reafirmar o que disse o poeta Manuel Bandeira: "Eu quero é mais o delírio dos loucos"! As "loucas" eram: eu, Raquel Fonteles, Ana Paula Rezende, Salete Gomes e Dione Lourido.

Passamos por muitos sufocos. O sobressalto da intervenção do Banco Central no banco em 1987. A perda do salário em 1998. A luta pelo plano de saúde, a luta cotidiana no combate ao assédio moral e para ter mais segurança.

É com alegria e orgulho que vamos assinar um acordo coletivo que consagra direitos forjados na luta, na unidade e na capacidade de negociação das entidades sindicais.

Estamos de parabéns, nós que conhecemos bem de perto a dor e a delícia de ser Banpará. E estão de parabéns, o Sindicato, a FETEC-Centro Norte, a ContrafCUT e a nossa valorosa AFBEPA.

Amanhã, continua a luta por um mundo mais justo e menos desigual. Amanhã. Porque hoje à noite, é hora de estar lá, no Sindicato e conferir, de perto, a assinatura do acordo, uma lei construída pela luta de cada colega do nosso Banpará, patrimônio público que a força da luta manteve para ajudar a desenvolver o Pará. Esse acordo, essa lei é nossa!

Hoje, portanto, colega, é dia de comemorar. A nossa luta, a nossa unidade, a nossa conquista em arrancar o melhor acordo coletivo da categoria.

E vejamos porque o nosso acordo é o melhor:

· não houve desconto, compensação dos dias parados e qualquer retaliação aos grevistas que estiveram na linha de frente da luta;

· a PLR segue a Fenaban e amplia para 4% do lucro líquido, com distribuição linear e mais 2 tíquetes extras;

· o horário amamentação amplia para 270 dias e vai ser reinstalado o Comitê de Relações Trabalhistas, paritário e consultivo, com debate constante sobre o mundo do trabalho;

· entra no acordo a síntese do debate travado para a construção do novo plano de saúde que, tão logo implantado, enterrará aqueles 12,5% de co-participação que tanto doem no orçamento dos que adoecem ou precisam fazer exames caros.

· Segue integralmente a Fenaban.

Um grande abraço, com o sabor quente da ternura (como diz Thiago de Melo)

Vera Paoloni

Func. Banpará e diretora FETEC-CN

Banco da Amazônia há 3 dias totalmente parado. Quem realmente dá prejuízo ao Banco?

O banco da Amazônia está parado há 3 dias. Nenhum cliente ou usuário faz qualquer movimentação no banco. O sistema travou o banco por inteiro e ninguém dá qualquer explicação.
Em seu saite hoje, a AEBA faz a seguinte pergunta: quem realmente dá prejuízo ao banco?

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Faz três dias que o Banco da Amazônia está totalmente parado, sem nenhuma agência ou caixa eletrônico funcionando. Tudo fora do ar e seus usuários, clientes, empresários e população voltando da porta da empresa com poucas informações a respeito do ocorrido.

O que chegou ao conhecimento da AEBA, em vias informais, o problema se deve a uma pane no disco de dados da empresa, que comprometeu todas as suas movimentações, que estão sendo feitas de forma manual. Até agora o Banco não emitiu nenhuma nota oficial dando explicações a respeito do fato, o que é lamentavelmente desrespeitoso com todos os que utilizam os serviços prestados pela empresa.

A COBRA - Computadores e Sistemas Brasileiros Ltda é a empresa responsável pela área de processamento de dados, está no Banco da Amazônia há vários anos com o intuito de aperfeiçoar seu sistema e mantê-lo funcionando com eficiência e eficácia, o que não vem ocorrendo. Como se sabe, a Cobra é parte do conglomerado do Banco do Brasil e seu faturamento origina-se principalmente em seus contratos com empresas estatais, como é o caso do Banco da Amazônia.

Vários programas que funcionavam com excelência no Banco foram substituídos após a contratação da COBRA, que implantou sua própria sistemática, e até hoje não resolveu de fato os problemas de tecnologia da empresa, que continua com um sistema arcaico e que não atende as reais necessidades do Banco.

Com a recente greve que trouxe muitas inquietações a algumas pessoas, agora é o caso de se perguntar: quem realmente dá prejuízo ao Banco?

Fonte:Comunicação AEBA


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Assalto em Viseu. Acordo Caixa. Acordo Banpará. Festa do reajuste. As notas desta quinta.


Banpará: sobreaviso até final de novembro
Ontem à tarde, foram feitos os ajustes de redação no aditivo do Banpará à Convenção Coletiva Nacional. E as entidades sindicais cobraram do banco prazos para resposta a pontos fundamentais como pagamento do sobreaviso, turno ininterrupto e efetivação de quem esteja há mais de 90 dias na função.
A diretora de administração do banco, Glicéria Melo, informou que até final de novembro, todos esses itens estarão respondidos para a categoria.

O acordo do Banpará é amanhã
O acordo coletivo aditivo do Banpará à Convenção Nacional vai ser sacramentado amanhã à noite, às 19 horas, na sede do Sindicato. Todas as verbas salariais decorrentes da greve, luta, unidade e capacidade de negociação das entidades sindicais, já estão na conta.

Para a Articulação Bancária, para a FETEC-Centro Norte, o acordo coletivo do Banpará é o melhor do país. Vejamos:
  • não houve desconto, compensação dos dias parados e qualquer retaliação aos grevistas que estiveram na linha de frente da luta;
  • a PLR segue a Fenaban e amplia para 4% do lucro líquido, com distribuição linear e mais 2 tíquetes extras;
  • o horário amamentação amplia para 270 dias e vai ser reinstalado o Comitê de Relações Trabalhistas, paritário e consultivo, mas com debate constante sobre o mundo do trabalho;
  • entra no acordo a síntese do debate travado para a construção do novo plano de saúde que, tão logo implantado, enterrará aqueles 12,% de co-participação que tanto doem no orçamento dos que adoecem ou precisam fazer exames caros.
Assalto e fechamento em Viseu
Como este blogue informou ontem, em cima do lance, população de Viseu e bancários do Banpará e BB- Viseu viveram momentos de extremos pavor ontem de manhã, quando entre 10 e 12 bandidos entraram na pequena cidade atirando, ferindo 5 pessoas e assaltaram BB e Banpará, levando bancários como reféns, liberados no meio da estrada e em estado de choque e muito transtorno mental.
O blogue apurou que o Banpará enviou ontem mesmo equipes de serviço médico(assistente social), segurança do trabalho e auditor e que o banco ficará fechado até a próxima semana.

Caixa: acordo é hoje
O acordo aditivo com a Caixa vai ser firmado logo mais, às 9 e meia, em Brasília entre a Caixa, a ContrafCUT e demais entidades sindicais. A PLR deverá ser paga no dia 3 de novembro. O acordo é fruto da luta dos empregados em todo o país e da capacidade de negociação das entidades sindicais, tendo à frente a ContrafCUT.

Festa do reajuste - Também na sede do Sindicato dos Banários do Pará e Amap[a, amanhã à noite, a festa do reajuste. Logo após a assinatura do acordo com o Banpará.

ContrafCUT e Caixa firmam acordo hoje em Brasília

Crédito: Caco Argemi - Seeb Porto Alegre
Caco Argemi - Seeb Porto AlegreA Contraf-CUT e as demais entidades sindicais assinam nesta quinta-feira 29, às 9h30, em Brasília, o Acordo Aditivo 2009/2010 com a Caixa Econômica Federal.

Conquistado com a força da greve que durou 28 dias e paralisou agências em todo o país, o acordo traz inúmeros avanços para os trabalhadores, que encerraram de forma vitoriosa a campanha salarial.

Entre as conquistas do aditivo, estão a contratação de 5 mil trabalhadores em 2010, contribuindo para a melhoria das condições de trabalho, junto com a criação dos comitês regionais de mediação de conflito no trabalho, vinculados à Comissão de Ética da Caixa, para o combate ao assédio moral. Nas questões financeiras, os bancários conseguiram uma PLR maior do que a do ano passado e um abono linear de R$ 700 para todos os empregados, a ser pago em janeiro.

"Foi campanha salarial difícil, em que encontramos muitas resistências por parte do banco, mas graças a nossa mobilização conseguimos um acordo com conquistas importantes. Os bancários da Caixa estão de parabéns por sua capacidade de luta e maturidade na avaliação das condições da campanha salarial", afirma Jair Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).

Veja os principais pontos do acordo:

Questões econômicas

Índice

- O reajuste do salário será de 6%, o que representa um aumento real de 1,5% em relação à inflação calculada pelo INPC, entre 1º de setembro de 2008 e 31 de agosto de 2009, que foi de 4,44%.
- O abono de R$ 700 será pago na folha de janeiro de 2010.

PLR: proposta da Fenaban

Parte básica: 90% da remuneração-base acrescidos de uma parcela fixa de R$ 1.024, limitada a R$ 6.680 e a 13% do lucro líquido.
Parte adicional: 2% do lucro líquido, distribuídos linearmente, limitada a R$ 2.099. Com lucro projetado de R$ 2,13 bilhões, o maior valor pago atingiria R$ 5.649 e o menor, R$ 2,315.

PLR: proposta da Caixa

Maior valor entre a proposta da Fenaban com redutor e a por grupo de cargos a seguir:

- Valores fixos distribuídos por grupos de cargos relacionados de acordo coma complexidade das atribuições.
- A proposta prevê antecipação de 100% do valor da Fenaban, que será pago no dia 3 de novembro - com base no lucro líquido projetado para o ano de 2009, no valor de R$ 2,13 bilhões. O restante devido será pago em março de 2010.

Regra específica por grupo de cargos

- Grupo 1 (superintendente nacional, chefe de gabinete, consultor de diretoria, consultor de relações institucionais, ouvidor e superintendente regional): R$ 10 mil.
- Grupo 2 (consultor jurídico, superintendente de projetos especiais, gerente nacional e consultor técnico): R$ 9.500.
- Grupo 3 (gerente geral, gerente regional de negócios e canais, de produto, de segmento, de tecnologia e coordenador de projetos especiais): R$ 9 mil.
- Grupo 4 (gerente de auditoria regional, de padrões e planejamento, de relacionamento institucional, de filial e de centralizadora, de jurídico regional e operacional): R$ 8 mil.
- Grupo 5 (coordenador jurídico, gerente de representação, administrativo, de relacionamento, de atendimento e supervisor de tecnologia): R$ 7.500.
- Grupo 6 (coordenador, gerente de projetos, de serviço, líder de projetos e tecnologia, supervisor e profissionais): R$ 6.500.
- Grupo 7 (analista de operações financeiras, auditor, assessor institucional, assistente jurídico, consultor de processo, interno e regional de canais, especialista, gerente de RetPV e secretário da presidência): R$ 5.750.
- Grupo 8 (agente de conformidade, analista, assessor, assessor regional de marketing, assistente regional, consultor regional, secretário de colegiado e técnico social): R$ 5.250. - Grupo 9 (avaliador executivo e caixa PV): R$ 4.500.
- Grupo 10 (assistente de negócios, agente de atendimento, assistente administrativo, auxiliar de enfermagem do trabalho, bibliotecário, compensador, enfermeiro do trabalho, monitor de telemarleting, perito documentoscópico, programador, operador de computador, operador de telemarketing, secretário, secretário executivo, técnicos de operações de retaguarda e de nível médio): R$ 4.250.
- Grupo 11 (empregado sem função): R$ 4 mil.

Outros itens

- A Caixa se compromete a construir com as representações dos empregados, na mesa de negociação permanente, uma fórmula perene para a PLR.

Dias parados

- A Caixa seguirá a regra negociada com a Fenaban, com compensação dos dias não-trabalhados por motivo de paralisação entre os dias 17 de setembro e 21 de outubro, com prestação de jornada suplementar até o dia 18 de dezembro, não podendo exceder duas horas diárias e nem ser realizada em finais de semana e feriados.
- A empresa se compromete a buscar entendimento na mesa de negociações permanentes para descontos de dias de greve contestados pelos trabalhadores em 2007 e em 2008.

Questões específicas

- Contratação de cinco mil novos empregados até o final de 2010.
- Implantação do novo Plano de Funções em dezembro de 2009, desde que aprovado pelos órgãos controladores, conforme estabelecido na cláusula 34 do acordo coletivo 2008/2009.
- Realização de pesquisa sobre a qualidade de atendimento e satisfação dos usuários do Saúde Caixa.
- Criação de comitês regionais de mediação de conflito no trabalho, vinculados à Comissão de Ética da Caixa. Regimento e funcionamento a serem definidos pela CEE/Caixa e GT Saúde e apresentado na mesa permanente.
- Implantação do Programa de Gerenciamento de Doenças Crônicas, após avaliação do piloto no Rio de Janeiro.
- Autorização da eleição de todos os cipeiros, indicando o presidente dentre os eleitos.
- Instalação dos exaustores em todas as bancadas de penhor até dezembro de 2009.
- Reajuste de 6% sobre o valor da indenização por assalto/sinistro, passando de R$ 95.165 para R$ 100.874,90.
- Elaboração do projeto Saúde Mental, em parceria com o GT Saúde do Trabalhador, para ser apresentado ao Conselho Diretor.
- Divulgação de informações relativas à inclusão de pessoas com deficiências e dos empregados com idade acima de 40 anos, no relatório social da Caixa.
- Manutenção da possibilidade de gozo de férias, em dois períodos, para empregados acima de 50 anos.
- Contratação de 450 jovens aprendizes, nas regras do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), até dezembro de 2009
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Fonte: Contraf-CUT

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Banpará e BB de Viseu assaltados e com sequestro

Quinze bandidos fortemente armados assaltaram nesta manhã os bancos do Brasil e Banpará de Viseu, município do Pará na divisa com Maranhão.

Os bandidos entraram em Viseu já atirando em comércios e pessoas no meio da rua. Os bancos foram crivados de balas. Há pelo menos 5 pessoas foram feridas. Gerentes e funcionários do BB e Banpará foram levados como reféns e liberados na estrada a 10 km. A PM de Bragança seguiu para Viseu.

Assaltos e sequestros de bancários e familiares são uma dolorosa rotina na vida da categoria bancária e, por essa razão, a reivindicação do movimento sindical é de que se proteja a vida e não o lucro.

Voltaremos com mais informações sobre este fato.

(Redação da Arte Bancária)

Paixão de Cristo vai ter cidade cenográfica em Barcarena. Dia 31 à noite é o lançamento.

Dia 31, sábado à noite, em Barcarena, vai ser feito o lançamento oficial da Cidade Cenográfica da Paixão de Cristo.

Um feito e tanto! Que merece registro, participação e muito apoio do governo, de empresários e de quem ama a arte. Arte que se firma remando contra a correnteza, forjada na adversidade, na luta e na alegria.

29 anos de luta -A Paixão de Cristo é encenada há 29 anos em Barcarena. Sempre com atores locais e sob a direção de Arildo Poça, artista, empresário e empreendedor da cultura.
Agora, a cidade cenográfica vai virar realidade. A cultura ribeirinha e da melhor qualidade vai ter seu espaço garantido.
Quando presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá, Vera Paoloni colocou um tijolinho nessa construção. O jornalista Edir Gaya, também.

O blogue da Arte Bancária vai lá conferir o lançamento oficial da cidade cenográfica. E, desde já, parabeniza Arildo e toda a equipe de construtores desse sonho.

Vale a pena clicar e conferir o trabalho desse time valente e ousado. www.paixaodaamazonia.com.br

(Redação da Arte Bancária)

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